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Brasil - Brasília - Distrito Federal - 27 de novembro de 2021

Ajuda mútua. Nunca é cedo demais para ajudar

Ajuda mútua. Nunca é cedo demais para ajudarFoto: Correio Braziliense

Conheça a história de jovens e adolescentes que, ainda na infância, decidiram se tornar voluntários e doar um pouco do tempo e do amor a quem precisa

Por Giovanna Fischborn* E Renata Rusky-correio Braziliense - 15/12/2019 - 17:49:16

Presentear alguém com tempo e conhecimentos, prestar algum serviço ou dar o que o outro carece. A Organização das Nações Unidas (ONU) define o voluntário como “jovem, adulto ou idoso que, por interesse pessoal e espírito cívico, dedica parte do seu tempo, sem remuneração, a atividades de bem-estar social ou outros campos.” Há quem diga que se doar só faz somar ao espírito.


E fazer trabalho voluntário desde cedo é justamente praticar o famoso “se colocar no lugar do outro” e poder carregar consigo essa empatia para a vida adulta. Para além da teoria, o jovem realmente entra em contato com uma realidade diferente e, por vezes, muito distante. Especialista em inteligência espiritual, Fabrício Nogueira enumera três virtudes desenvolvidas por quem é voluntário: “O altruísmo, que é o olhar para o outro enquanto me projeto com bons sentimentos, também a empatia e, por fim, a gratidão, que é dar valor a tudo que se possui, mesmo as mínimas coisas”.


Alice Diniz,no detalhe, foi uma das criadoras do grupo Simples Sorriso: jovens levam alegria para quem precisa  (Fotos: Arquivo Pessoal)
Alice Diniz,no detalhe, foi uma das criadoras do grupo Simples Sorriso: jovens levam alegria para quem precisa

A Revista convida os leitores a conhecerem histórias de jovens que fazem trabalho voluntário. Alguns começaram bem cedo e encontraram na tarefa um propósito de vida.


*Estagiária sob supervisão de Sibele Negromonte



Fazer o simples com amor


“Nem lembro da minha idade quando comecei a fazer trabalho voluntário, de tão novinha que era. Meus pais me incentivam desde muito cedo.” Alice Diniz, 18 anos, conta que começou a participar de ações voluntárias com a família, ajudando uma instituição que faz parte da sua vida até hoje. O exemplo dos pais foi primordial. A ideia que Alice carrega consigo e que a move nos trabalhos é que a simplicidade já é capaz de fazer — e, por que não dizer, mudar — muito. Basta ter boa vontade e responsabilidade.


Com o tempo, o gosto pelas ações voluntárias só cresceu. No ano passado, Alice iniciou o projeto Simples Sorriso, que organiza visitações a lares de crianças e asilos. Em uma rede social, o grupo já reúne mais de 150 pessoas. Por saída, vão em torno de 20 participantes. Nesses lugares carentes, eles conversam, fazem brincadeiras e levam alguns materiais que o pessoal esteja precisando. A primeira ação do Simples Sorriso, no ano passado, foi justamente na época do Natal.


O cronograma de atividades do grupo é cheio. Antes de cada visita, que costuma ser mensal, ocorrem reuniões para estabelecer as diretrizes, deixar todos a par do calendário, alertar novatos e garantir que o time esteja preparados para lidar com a particularidade de cada pessoa que encontrarão. É preciso ter compromisso. “Cada um que está nesses lugares que visitamos tem uma história, e é nosso papel respeitar isso e encontrar a melhor maneira de interagir com eles.”


Maiores recompensados


A estudante Luiza Trezzi, 16 anos, também é coordenadora do Simples Sorriso e concorda que os bastidores são a parte mais difícil, mas que o trabalho todo é gratificante quando se vê o resultado final. Apesar da pouca idade, o time de adolescentes é superresponsável e monta toda a logística das saídas. Eles ligam para os asilos, lares carentes e creches. “A partir daí, organizamos a lista dos participantes que irão, arrumamos as reuniões e as arrecadações. E é com essa rede de ajuda, aos poucos, que vamos construindo nosso projeto.”


Qualquer trabalho do tipo exige preparo de verdade para que a experiência seja positiva para todos. Luiza conta que uma visita a um asilo pede um tratamento diferente do trabalho que ocorre em um lar com crianças, por exemplo. É muito importante tratar cada um conforme as necessidades que tem.


Ela lembra que começou a se engajar realmente no universo dos trabalhos voluntários há dois anos e garante que, depois que se começa, é difícil não se encantar. “Você se doa na intenção de levar um sorriso pra alguém e volta sorrindo de orelha a orelha, literalmente com as energias renovadas. Queria que todo mundo um dia pudesse ter essa sensação.”


“Eu diria àqueles que querem fazer parte de algum grupo voluntariado: não hesitem! Não tem como se arrepender. A sensação de ajudar alguém, de se sentir útil e amado, é algo que ninguém paga nem tira de você. E, no final, os mais recompensados somos nós mesmos”, acredita Alice.


O perfil dos voluntários no país


De acordo com o suplemento Outras Formas de Trabalho, da Pesquisa Nacional de Amostra por Domicílios Contínua, divulgado pelo IBGE em abril deste ano, o voluntariado foi praticado por 7,2 milhões de pessoas no Brasil no ano passado. Em relação a 2017, houve ligeira queda de 1,6%, após alta de 13% entre 2016 e 2017. A maioria do trabalho é feito em instituições.


O estudo mostrou que o trabalho voluntário é feito, principalmente, por mulheres, idosos e pessoas com ensino superior completo. Tudo isso, segundo a analista do IBGE Maria Lúcia Vieira, é facilmente explicado: “Pela questão cultural, a presença feminina é maior. Pessoas mais velhas, pelo maior tempo disponível e pela maior experiência de vida. E a participação dos mais escolarizados está relacionada a um rendimento mais estável e pelo próprio entendimento da necessidade de ajudar”.


Ajuda mútua

Voluntária da Abrace desde os 15 anos, a estudante Bruna Perez, 17, visitava os pequenos pacientes oncológicos para ajudá-los, mas acabava mesmo sendo ajudada. Ela se lembra de uma semana em que estava especialmente estressada e cansada. Vinha de uma semana de provas decisivas. “Eu achei que se eu fosse, talvez ficasse pior, porque, além de tudo, não conseguiria dar o meu melhor para as crianças, mas fui do mesmo jeito”, conta. Lá, uma menina, de repente, sem a estudante esperar, a abraçou forte e falou: “Tia, eu te amo muito. Obrigada por vir brincar comigo”. Aquilo transformou o humor de Bruna.

Ela pretendia estudar medicina. Depois, se especializaria em oncologia. Também gostava muito de crianças e foi isso que a levou a ser voluntária na instituição. “Vi propagandas e me interessei”, conta. A mãe ficou preocupada, porque sabia que a filha estaria em contato com bastante sofrimento, crianças doentes. Pediu para a garota pensar se tinha certeza daquilo. E Bruna tinha: “Eu disse para ela que o meu objetivo era justamente aliviar as dificuldades das crianças”.


Bruna participou de um processo seletivo e começou a trabalhar na recreação dos pequenos. “Era justamente onde eu mais queria, mas, desde o início, eu dizia que poderia ficar em qualquer área: limpeza, cozinha”, relembra. Ela conta que era só chegar lá, para os problemas dela sumirem. “Eu aprendi que os meus problemas não são nada perto do que elas passam. Ver o sorriso das crianças era muito gratificante”, emociona-se.


Aprendendo


A maioria dos amigos de Bruna também achava o trabalho muito pesado emocionalmente, então, ela os convencia a, pelo menos, contribuírem em eventos como o do McDia Feliz, parceria do McDonalds com a Abrace. Ela, no entanto, sempre foi bem forte. Mesmo nas adversidades. “Uma vez, um dos assistidos passou bem mal na minha frente, mas sempre mantive a calma. Em casa, mostrava para a minha mãe que conseguia lidar. Caso contrário, ela poderia falar pra eu parar.”


As despedidas eram agridoce. Bruna ficava feliz por as crianças irem embora saudáveis, mas estava apegada. Por dois anos, as manhãs de sábado da adolescente era no hospital. Como a Abrace recebe gente de todo o país, ela aprendia palavras e gírias que nem imaginava. Era uma parte interessante também de estar naquele ambiente. Se tinha festa na sexta-feira à noite, conciliava as duas coisas sem se importar. Nem a festa nem o voluntariado eram um peso na vida dela. “Eu ia porque queria, porque me fazia bem”, conta.


Com a proximidade da conclusão do ensino médio, os compromissos escolares de Bruna ficaram mais intensos, algumas provas começaram a cair nos mesmos dias das visitas às crianças, e a estudante começou a faltar demais. Há poucos meses, precisou parar por um tempo. Também desistiu da medicina e, agora, se prepara para cursar comunicação. Sonha em entrar na faculdade para, em breve, voltar a dar e receber carinho das crianças.


Por onde começar


Diversas instituições têm atividades que também incentivam a caridade com o próximo, como igrejas, abrigos para pessoas em situações de rua, orfanatos, creches, lares de idosos e hospitais para crianças com câncer. Pode ser uma boa maneira de iniciar os trabalhos. Essas tarefas não costumam exigir qualificação e podem ser feitas por crianças e adolescentes.


Além de comprometimento com a causa, é preciso respeitar as orientações da instituição e prezar pelo sucesso das ações. E se a ideia for atuar como voluntário de forma independente, olhe ao redor! Certamente, há pessoas necessitadas por perto. De auxiliar alguém que precisa atravessar a rua a ajudar algumas pessoas com doações, certamente, existe uma tarefa em que você se encaixará.


Isabela (à frente) com as irmãs e a mãe, Jeane Gonçalves (d): aprendizado (Arquivo Pessoal)
Isabela (à frente) com as irmãs e a mãe, Jeane Gonçalves (d): aprendizado

Lidando com o luto e ajudando o próximo


A estudante Isabela Dias Machado Gonçalves, 18, tinha 11 anos quando perdeu o pai. Foi pouco depois disso que ela e as irmãs começaram a se envolver em trabalhos voluntários. Com a mãe, Jeane Gonçalves, 38, servidora pública, elas visitavam creches, abrigos de idosos, hospitais. “Foi uma forma de nos fortalecermos. De eu mostrar pra elas que não é só a gente que sofre, que tem muita gente no mundo que passa por dificuldade”, relembra Jeane. A família viveu o luto ajudando os outros.


A servidora cresceu em uma região pobre de São Paulo. Já as filhas nasceram em condições mais privilegiadas. “A gente não é rico, é classe média. E eu queria que elas vissem o que há por aí. Não queria que elas tivessem a futilidade de sofrer por coisas materiais. Queria colocá-las em contato com a realidade da vida”, justifica Jeane.


O esforço da mãe rendeu frutos. As filhas não só se encantaram por ajudar a quem precisa como nunca mais pararam. “Eu acredito que um dos propósitos da nossa vida é servir aos outros”, diz Isabela. Nem mesmo com a carga de estudos imposta pelo último ano do ensino médio — especialmente a uma adolescente como ela, que deseja cursar medicina — Isabela deixou de trabalhar no grupo do qual faz parte, o Agentes da Alegria.


Só ganhos


Ela conta que, no início deste ano, passava por uma situação complicada: estava em uma escola nova, com muita cobrança, num ritmo intenso de estudo, estressada. Até cogitou não participar da visita a um abrigo de idosos, mas decidiu ir. “Lá, um senhor estava na cadeira de rodas e começou a conversar comigo, contar sobre a vida dele e começou a chorar. Eu chorei junto. A gente vê outras realidades, mais difíceis do que a nossa. É gratificante, enriquecedor fazer a diferença na vida dessas pessoas”, acredita Isabela.


Mas as visitas preferidas da estudante são a crianças, por causa das brincadeiras. Ela se lembra com orgulho de uma vez em que levou baralho, jogos, esmaltes, secador de cabelo a um lar infantil. “O pessoal pretendia improvisar quando chegasse lá e acabou que o que eu tinha levado salvou. Nós pintamos o gesso das crianças com esmalte, pintamos as unhas”, descreve.


Isabela já deixou de ir a muitos programas de adolescentes, como festas e encontros com as amigas, por conta do compromissos do voluntariado. Não vê, no entanto, como perdas. Além disso, sempre consegue incluir as amigas mais próximas nos eventos e acaba tendo uma vida social intensa, ao mesmo tempo em que ajuda todos. Agora, ela sonha em poder exercer a medicina em lugares que precisam de ajuda humanitária.


Incentivar é preciso


Os pais podem e devem incentivar a participação dos filhos em ações voluntárias — em grupos ou individualmente. Para a psicóloga Lia Clerot, não existe uma idade certa para começar a se engajar em ações voluntárias. Vale o bom senso. “Se são muito novas, elas geralmente não têm consciência do que estão fazendo, as crianças apenas repetem aquilo que os pais fazem”, afirma.


À medida que forem crescendo, é, sim, importante a vivência com outras realidades — o exercício pleno da cidadania. De acordo com a especialista, o voluntariado impulsiona a autoestima, abre portas para novas amizades e ocupa a mente. E muitas dessas capacidades, inclusive, são importantes para os adultos — e profissionais — que serão no futuro.



Nunca é cedo demais para ajudar

Alice Diniz,no detalhe, foi uma das criadoras do grupo Simples Sorriso: jovens levam alegria para quem precisa  (Fotos: Arquivo Pessoal)
Alice Diniz,no detalhe, foi uma das criadoras do grupo Simples Sorriso: jovens levam alegria para quem precisa

Presentear alguém com tempo e conhecimentos, prestar algum serviço ou dar o que o outro carece. A Organização das Nações Unidas (ONU) define o voluntário como “jovem, adulto ou idoso que, por interesse pessoal e espírito cívico, dedica parte do seu tempo, sem remuneração, a atividades de bem-estar social ou outros campos.” Há quem diga que se doar só faz somar ao espírito.


E fazer trabalho voluntário desde cedo é justamente praticar o famoso “se colocar no lugar do outro” e poder carregar consigo essa empatia para a vida adulta. Para além da teoria, o jovem realmente entra em contato com uma realidade diferente e, por vezes, muito distante. Especialista em inteligência espiritual, Fabrício Nogueira enumera três virtudes desenvolvidas por quem é voluntário: “O altruísmo, que é o olhar para o outro enquanto me projeto com bons sentimentos, também a empatia e, por fim, a gratidão, que é dar valor a tudo que se possui, mesmo as mínimas coisas”.


A Revista convida os leitores a conhecerem histórias de jovens que fazem trabalho voluntário. Alguns começaram bem cedo e encontraram na tarefa um propósito de vida.


*Estagiária sob supervisão de Sibele Negromonte



Fazer o simples com amor


“Nem lembro da minha idade quando comecei a fazer trabalho voluntário, de tão novinha que era. Meus pais me incentivam desde muito cedo.” Alice Diniz, 18 anos, conta que começou a participar de ações voluntárias com a família, ajudando uma instituição que faz parte da sua vida até hoje. O exemplo dos pais foi primordial. A ideia que Alice carrega consigo e que a move nos trabalhos é que a simplicidade já é capaz de fazer — e, por que não dizer, mudar — muito. Basta ter boa vontade e responsabilidade.


Com o tempo, o gosto pelas ações voluntárias só cresceu. No ano passado, Alice iniciou o projeto Simples Sorriso, que organiza visitações a lares de crianças e asilos. Em uma rede social, o grupo já reúne mais de 150 pessoas. Por saída, vão em torno de 20 participantes. Nesses lugares carentes, eles conversam, fazem brincadeiras e levam alguns materiais que o pessoal esteja precisando. A primeira ação do Simples Sorriso, no ano passado, foi justamente na época do Natal.


O cronograma de atividades do grupo é cheio. Antes de cada visita, que costuma ser mensal, ocorrem reuniões para estabelecer as diretrizes, deixar todos a par do calendário, alertar novatos e garantir que o time esteja preparados para lidar com a particularidade de cada pessoa que encontrarão. É preciso ter compromisso. “Cada um que está nesses lugares que visitamos tem uma história, e é nosso papel respeitar isso e encontrar a melhor maneira de interagir com eles.”


Maiores recompensados


A estudante Luiza Trezzi, 16 anos, também é coordenadora do Simples Sorriso e concorda que os bastidores são a parte mais difícil, mas que o trabalho todo é gratificante quando se vê o resultado final. Apesar da pouca idade, o time de adolescentes é superresponsável e monta toda a logística das saídas. Eles ligam para os asilos, lares carentes e creches. “A partir daí, organizamos a lista dos participantes que irão, arrumamos as reuniões e as arrecadações. E é com essa rede de ajuda, aos poucos, que vamos construindo nosso projeto.”


Qualquer trabalho do tipo exige preparo de verdade para que a experiência seja positiva para todos. Luiza conta que uma visita a um asilo pede um tratamento diferente do trabalho que ocorre em um lar com crianças, por exemplo. É muito importante tratar cada um conforme as necessidades que tem.


Ela lembra que começou a se engajar realmente no universo dos trabalhos voluntários há dois anos e garante que, depois que se começa, é difícil não se encantar. “Você se doa na intenção de levar um sorriso pra alguém e volta sorrindo de orelha a orelha, literalmente com as energias renovadas. Queria que todo mundo um dia pudesse ter essa sensação.”


“Eu diria àqueles que querem fazer parte de algum grupo voluntariado: não hesitem! Não tem como se arrepender. A sensação de ajudar alguém, de se sentir útil e amado, é algo que ninguém paga nem tira de você. E, no final, os mais recompensados somos nós mesmos”, acredita Alice.


O perfil dos voluntários no país


De acordo com o suplemento Outras Formas de Trabalho, da Pesquisa Nacional de Amostra por Domicílios Contínua, divulgado pelo IBGE em abril deste ano, o voluntariado foi praticado por 7,2 milhões de pessoas no Brasil no ano passado. Em relação a 2017, houve ligeira queda de 1,6%, após alta de 13% entre 2016 e 2017. A maioria do trabalho é feito em instituições.


O estudo mostrou que o trabalho voluntário é feito, principalmente, por mulheres, idosos e pessoas com ensino superior completo. Tudo isso, segundo a analista do IBGE Maria Lúcia Vieira, é facilmente explicado: “Pela questão cultural, a presença feminina é maior. Pessoas mais velhas, pelo maior tempo disponível e pela maior experiência de vida. E a participação dos mais escolarizados está relacionada a um rendimento mais estável e pelo próprio entendimento da necessidade de ajudar”.

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