×
ContextoExato

Contexto Exato

Brasil - Brasília - Distrito Federal - 17 de outubro de 2021

Após terremoto no Haiti, Unicef trabalha em prol das crianças e famílias desalojadas

Após terremoto no Haiti, Unicef trabalha em prol das crianças e famílias desalojadasFoto: UNICEF/Haiti

Antes do terremoto, equipe do Unicef visita família em Dame-Marie, no Haiti

Portal Onu News De Noticias - 17/08/2021 - 06:45:26

Secretário-geral da ONU envia mensagem de apoio ao país caribenho; centenas de pessoas morreram com o tremor de 7.2 graus de magnitude; Nações Unidas trabalham nos esforços de ajuda e de resgate.

As Nações Unidas estão apoiando os trabalhos de resgate e de ajuda no Haiti, após um forte terremoto que deixou pelo menos 300 mortos e causou danos enormes à infraestrutura de várias cidades no sudoeste do país no sábado. Não se sabe ainda quantas pessoas continuam desaparecidas.

O secretário-geral da ONU está acompanhando tudo sobre a tragédia. Via Twitter, António Guterres afirmou que seu coração está com as famílias afetadas e enviou pêsames a todos que perderam familiares e amigos.

Levantamento das necessidades urgentes

As equipes do Fundo das Nações Unidas para a Infância, Unicef, já estão no terreno fazendo um levantamento do que é preciso com mais urgência e trabalhando para fornecer assistência aos afetados.

O terremoto de 7.2 graus de magnitude foi sentido na capital Porto Príncipe, mas segundo o Unicef, o epicentro foi detectado em áreas no sudoeste do país. A agência explica que destruição severa, mortos e feridos foram confirmados nos departamentos de Grand Anse, Sul e Sud Est.

De acordo com agências de notícias, o terremoto teve magnitude similar ao terremoto de 2010, que arrasou o Haiti e deixou centenas de milhares de mortos e de deslocados.

O bairro Delmas 32 na capital haitiana, Porto Príncipe, é um dos mais pobres do país caribenho.

Banco Mundial/Dominic Chavez

O bairro Delmas 32 na capital haitiana, Porto Príncipe, é um dos mais pobres do país caribenho.

Ajuda aos desalojados

O representante do Unicef no país, Bruno Maes, lamentou o desastre natural e disse que a agência continua solidária às famílias e crianças afetadas. O Unicef está trabalhando com o governo e parceiros não-governamentais para fornecer apoio às comunidades.

Maes lembra que menores de idade e suas famílias estão desalojados após a destruição causada pelo terremoto e precisam de abrigo, água potável, medicamentos e proteção.

Solidariedade

A chefe do Unicef, Henrietta Fore, afirmou via Twitter que a agência continuará trabalhando nos próximos dias para ajudar as crianças haitianas e suas famílias.

O terremoto aconteceu num momento em que o Haiti enfrenta um novo pico de Covid-19 e uma situação política delicada, após o assassinato do presidente Jovenel Moise no mês passado.

A vice-secretária-geral da ONU, Amina Mohammed, destacou que a organização está comprometida e solidária com o povo haitiano. Já o presidente do Conselho Econômico e Social da ONU, Collen Vixen Kelapile, destacou que o grupo de conselheiros do Ecosoc para o Haiti continuará trabalhando pela recuperação e pelo desenvolvimento a longo prazo do país.


Comentários para "Após terremoto no Haiti, Unicef trabalha em prol das crianças e famílias desalojadas":

Deixe aqui seu comentário

Preencha os campos abaixo:
obrigatório
obrigatório
Aplicativo vai ajudar crianças e adolescentes a denunciar violências

Aplicativo vai ajudar crianças e adolescentes a denunciar violências

Plataforma será ligada à Ouvidoria Nacional dos Direitos Humanos

Campanha contra insegurança alimentar ilumina Congresso Nacional

Campanha contra insegurança alimentar ilumina Congresso Nacional

Campanha global lembra o Dia Mundial da Alimentação, no próximo sábado

Campanha

Campanha "Tenho Sede" conta com doações para construir 1 milhão de cisternas no Semiárido

Na campanha, mulheres do semiárido contam suas histórias sobre como o acesso à água através das cisternas transformou as suas vidas

Campanha da ASA busca doações para construir 1 milhão de cisternas no Semiárido brasileiro

Campanha da ASA busca doações para construir 1 milhão de cisternas no Semiárido brasileiro

Consideradas tecnologias simples e baratas, cisternas tendem a gerar benefícios para famílias e comunidades do semiárido

Dia Nacional do Idoso: Conheça políticas públicas para essa população

Dia Nacional do Idoso: Conheça políticas públicas para essa população

Pessoas com mais de 60 anos representam quase 18% dos brasileiros

Itamaraty não fará nada sobre deportação de crianças brasileiras dos EUA para Haiti, diz professor

Itamaraty não fará nada sobre deportação de crianças brasileiras dos EUA para Haiti, diz professor

A Sputnik Brasil conversou Thiago Rodrigues, professor do Instituto de Estudos Estratégicos da Universidade Federal Fluminense (UFF), sobre a grave crise de migração que levou milhares de haitianos à cidade texana de Del Rio.

Cerca de 930 milhões de toneladas de comida vão parar no lixo, alerta FAO

Cerca de 930 milhões de toneladas de comida vão parar no lixo, alerta FAO

2,5 milhões de pessoas na República Centro-Africana passam fome.

Balé muda vida de adolescentes em favelas brasileiras

Balé muda vida de adolescentes em favelas brasileiras

Dançar da favela para o mundo na plataforma da nuvem, é um sonho para todos os jovens bailarinos do Balé Paraisópolis em São Paulo no Brasil.

CNJ aprova política para atender pessoas em situação de rua: O que muda na prática?

CNJ aprova política para atender pessoas em situação de rua: O que muda na prática?

De acordo com o IPEA, no início da pandemia já chegava a 222 mil o número de pessoas vivendo em situação de rua no Brasil

Projeto Cultura Doadora realiza Semana da Doação de Órgãos entre os dias 26 e 1º de outubro

Projeto Cultura Doadora realiza Semana da Doação de Órgãos entre os dias 26 e 1º de outubro

O projeto Cultura Doadora preparou uma programação intensa para a Semana da Doação de Órgãos

Quase 9 mil vivem nas ruas de BH:

Quase 9 mil vivem nas ruas de BH: "A única coisa que eu quero é um lar para meus filhos”

Construção civil não para de anunciar novos empreendimentos em BH, mas não há indícios de que imóveis vão resolver problema habitacional