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Bancada do Brasília assina CPI do Poder Judiciário

Bancada do Brasília assina CPI do Poder JudiciárioFoto: Foto pública

Silêncio

Por Ana Maria Campos -correio Braziliense - 08/02/2019 - 07:30:35

Bancada do DF assina CPI do Poder Judiciário

Os três senadores do DF — José Antônio Reguffe (Sem partido-DF), Leila Barros (PSB) e Izalci Lucas (PSDB) — assinaram o requerimento para instalação de CPI relacionada aos tribunais superiores. A comissão tem sido chamada de CPI da Lava Toga. Reguffe foi o primeiro a assinar o requerimento apresentado pelo senador Alessandro Vieira (PPS/SE), que trata de excessos de pedidos de vista e participação em atividades fora do dia a dia da toga, entre outros temas. Izalci disse à coluna que assinou, mas “não tem compromisso com o mérito”. Ou seja, deu apoio para que a criação da CPI seja debatida. Mas não significa que esteja de acordo com a instalação. Alessandro Vieira conseguiu as assinaturas necessárias para protocolar o requerimento. Para que a comissão seja instalada, no entanto, o requerimento precisa ser lido em plenário em sessão deliberativa.

Silêncio

O senador Izalci Lucas (PSDB/DF) acredita que as CPIs perderam a força no Congresso e a legislação precisa ser alterada para que as investigações ocorram com sucesso. Como ninguém é obrigado a produzir prova contra si, os suspeitos convocados têm optado por permanecer em silêncio.

De volta para casa

O ex-chefe da Casa Civil Sergio Sampaio voltou à Câmara dos Deputados com o mesmo status que deixou em junho de 2015 para assumir o cargo na equipe de Rollemberg: diretor-geral. Ele exerceu a função por 13 anos e foi também durante dois anos secretário-geral da Mesa Diretora da Câmara. Antes de acertar a volta com o presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM/RJ), Sampaio recusou convite para ser chefe de gabinete de um ministro do governo Bolsonaro.

Cidadão honorário de Brasília

Por iniciativa do deputado Israel Batista (PV), Eduardo Brandão, vice na chapa à reeleição de Rodrigo Rollemberg, vai receber o título de cidadão honorário de Brasília. O presidente do PV/DF nasceu no Rio de Janeiro, mas vive no DF desde criança.

Dia do futebol americano

A audiência mundial do Super Bowl é gigante, mas, fora da tevê, Brasilia está bem distante dessa realidade. Mesmo assim, o esporte do superatleta Tom Brady vai entrar no calendário oficial de Brasília. A Câmara Legislativa aprovou projeto, de autoria do agora deputado federal Júlio Cesar (PRB), que estabelece 5 de março como o dia do futebol americano. O objetivo é a liberação de recursos públicos para o incentivo ao esporte no DF.

Líder em primeiro mandato

Os dois deputados petistas, Arlete Sampaio e Chico Vigilante, se uniram em bloco com Fábio Felix do PSol. O grupo é oposição declarada ao governador Ibaneis Rocha (MDB), tendo Félix, no primeiro mandato, como líder.

Na Câmara

Subsecretário de Assuntos Parlamentares dos governos Rollemberg e Roriz, José Flávio de Oliveira exerce agora uma função na Comissão de Segurança da Câmara Legislativa, indicado pelo deputado Roosevelt Villela (PSB).

Ajuda de fora

O empresário José Humberto Pires não aceitou convite para exercer um cargo no governo do DF. Mas tem colaborado informalmente na gestão de Ibaneis Rocha.

Outra polêmica

Depois de enfrentar a polêmica sobre restrições para o Passe Livre Estudantil, outro tema que desperta controvérsia é a conversão de licenças-prêmio em pecúnia. Essa é uma despesa milionária que nenhum governador do DF enfrenta, mesmo mantendo o direito de quem faz jus ao benefício. No governo federal, não existe, e o servidor tem direito a uma licença para capacitação.

Liberação de armas

O deputado distrital Eduardo Pedrosa (PTC) quer revogar a Lei

nº 2375/99, que proíbe a comercialização de armas de fogo no âmbito do Distrito Federal. Em primeiro mandato, o distrital apresentou projeto de lei com esse enfoque, num momento em que decreto do presidente Jair Bolsonaro facilitou a posse de armas no país.

R$ 200 milhões por mês

Pelas contas do controlador-geral do DF, Aldemário Araújo Castro, o governo vai precisar aumentar a arrecadação em cerca de R$ 200 milhões por mês para absorver todos os débitos da gestão anterior e honrar os R$ 4 bilhões referentes ao reajuste dos servidores públicos. “Com um orçamento de R$ 42 bilhões, isso é possível”, acredita.

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