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Bolsonaro: ‘No que depender de mim, vamos começar a flexibilizar’

Bolsonaro: ‘No que depender de mim, vamos começar a flexibilizar’Foto: Carolina Antunes/PR

“A responsabilidade disso daí é do Supremo Tribunal Federal.” Disse que no que depender dele vai começar a flexibilizar. “Na hora que chegar a conta não queira contar aqui, não é comigo não, mas com o dinheiro do povo brasileiro”.

Estadão Conteúdo - 19/04/2020 - 07:49:03

Jair Bolsonaro usou o sábado para outro pequeno ato no Palácio do Planalto transmitido ao vivo por suas redes sociais. Diante inicialmente de uma Praça dos Três Poderes vazia, apareceu no topo da rampa do palácio e ficou, de lá e com a câmera a postos, observando o movimento. Aos poucos, alguns curiosos e seguidores acorreram à grade, aos gritos de palavras de louvor religioso e de apoio ao presidente.

Aos poucos começou uma oração e um buzinaço em frente ao Planalto. Ele estava acompanhado do deputado Helio Negão (RJ) e de alguns outros assessores e seguranças. Os evangélicos gritavam coisas como “Hey, hey, hey, Jesus é nosso rei”, e “Inha, inha, inha, Maria é nossa rainha”, enquanto eram observados por Bolsonaro.

Depois desses gritos, Bolsonaro começou uma transmissão de um discurso. Disse que o que “mais se ouvia” ali era apelos pela reabertura da economia, embora ninguém tenha pedido isso no vídeo. Falou dos exageros de governadores, voltou a falar do desemprego.

“A pergunta é: vai dar certo isso?”, questionou. Falou que a maior parte das cidades tem “um caso disso daí”. E que está preocupado com vidas, mas com empregos.

Procurou se desvencilhar da responsabilidade pelo combate ao coronavírus. “A responsabilidade disso daí é do Supremo Tribunal Federal.” Disse que no que depender dele vai começar a flexibilizar. “Na hora que chegar a conta não queira contar aqui, não é comigo não, mas com o dinheiro do povo brasileiro”.

Depois disso, Bolsonaro desceu a rampa para falar com os religiosos. Ganhou uma faixa anti-aborto, ouviu apelos para se empenhar contra a flexibilização da prática e ouviu os manifestantes entoarem a música Jesus Cristo , de Roberto Carlos, que acompanhou com palmas e uma dancinha.

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