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Bombeiros e PMs rejeitam oferta de 32% do Governo do Distrito Federal

Bombeiros e PMs rejeitam oferta de 32% do Governo do Distrito FederalFoto: Renato Alves/Agência Brasília

Militares preveem que reajuste em três anos trará aumento real de 17%

Portal Destak - 22/11/2019 - 09:50:54

Ao reclamar de falta de isonomia, os policiais militares e bombeiros do Distrito Federal rejeitaram a proposta de reajuste de 32% apresentada pelo GDF ao Palácio do Planalto, na quarta-feira (20). Pelas contas do Fórum das Associações Representativas dos Policiais e Bombeiros Militares, os integrantes da Polícia Civil ganharão 10% a mais no salário líquido - contrariando reivindicação da categoria e recomendação do presidente Jair Bolsonaro. Em reunião, na quarta-feira, as associações indicaram aprovar a oferta, mas voltaram atrás.

"Não tivemos tempo de analisar os dados técnicos. Diante desse contexto, o Fórum tomou a decisão de não entrar no mérito da proposta que seria anunciada pelo governador Ibaneis, e sim que a proposta fosse entregue à Presidência da República, pois tínhamos consciência de que não teríamos acolhimento das nossas pretensões pelo GDF", diz o texto.

A proposta de reajuste teria um impacto de mais de R$ 1,5 bilhão nas contas do Fundo Constitucional em três anos, já que previa o acréscimo de 32% escalonados em seis parcelas, até 2022.

Porém, nos cálculos dos militares, o aumento real estaria na casa dos 17% em função do prazo de pagamento. O vencimento básico de um sargento, por exemplo, teria reajuste de apenas R$ 38 na primeira parcela, em junho de 2020. Segundo o Fórum, há distorções na proposta do GDF que fazem o reajuste ser menos polpudo do que o esperado.

A incorporação do auxílio-moradia não estaria garantida, uma vez seria instituída por medida provisória (MP). Apenas a primeira parcela do benefício, cujos valores variam entre R$ 1,2 mil e R$ 3,6 mil, estaria garantida.

A Associação dos Oficiais da Polícia Militar do DF (Asof) vai fazer assembleia na terça-feira (26) para discutir o caso.

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