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Conheça os principais golpes do criptomercado e proteja-se

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Investir por meio de uma exchange de confiança é a principal medida para fugir dos golpes de hackers

Por Brasil Econômico - 24/05/2019 - 18:19:15

Com a popularização das criptomoedas, em 2017, hackers e pessoas má intencionadas passaram a olhar para esse mercado. Desde então, a quantidade de golpes do criptomercado aumentou. Por isso, ao investir nesse mercado é preciso conhecer o terreno.

O criptomercado também sofre com a ação de hackers

A principal forma de se proteger dos golpes é investir apenas em exchanges reconhecidas no mercado e de confiança. A IG TradeCoin , por exemplo, possui o certificado de segurança PCI DSS Compliance, que é internacionalmente reconhecido, e permite a negociação de criptomoedas reais e legítimas.

Mesmo assim, para quem está inserido no criptomercado e pretende investir cada vez mais, é importante conhecer os principais golpes. A maioria deles têm promessas de altos lucros, falta de transparência, marketing agressivo e serviços miraculosos que parecem tentadores. Confira os principais.

Phishing

Essa técnica de fraude pode vir, por exemplo, sob a forma de um e-mail aparentemente enviado pela empresa que desenvolve sua wallet, pedindo que o usuário confirme sua senha. Para os hackers, é muito fácil clonar uma página de login para conseguir credenciais alheias.

Quando o usuário fornece, por conta própria, seus dados sigilosos, permitem que os hackers tenham acesso livre às suas criptomoedas. Para evitar esse roubo, é recomendado que os usuários não forneçam seus dados e entrem em contato com a empresa de sua carteira para averiguar o caso.

Pirâmides e esquemas Ponzi

Geralmente, os hackers desse esquema criam uma “nova criptomoeda revolucionária” para atrair os iniciantes que querem investir em alguma moeda desde o seu surgimento, esperando uma repentina valorização, como a do bitcoin.

Os criminosos lançam um site para essa moeda fictícia e recrutam pessoas para dentro dessa “empresa”. Essas vítimas precisam convocar mais pessoas para lucrar e assim por diante, mas acabam se envolvendo em projetos que nem sequer existem.

Para entrar na empresa, é necessário pagar uma pequena taxa ou simplesmente fornecer seus dados pessoais. É assim que quem está no topo da pirâmide consegue lucrar, com o investimento desses iniciantes.

É recomendado que os usuários verifiquem se essa nova moeda está cadastrada em sites conhecidos de capitalização e verificar a documentação técnica (whitepaper) desse projeto.

Leia também: O Bitcoin pode chegar a U$ 1 milhão; especialista explica

Mineração em nuvem

As empresas, nesses casos, podem até parecer confiáveis, pois estão de fato entregando parte do que é minerado. Porém, o problema está nos sites que têm planos de mineração mais rápida.

Esses planos contam com um esquema de pirâmide, onde os usuários que pagavam por essa velocidade a mais só recebiam o investimento de volta quando novos usuários adquiram o mesmo plano. Na verdade, nenhuma criptomoeda era de fato minerada.

Para identificar e se prevenir desse golpe, o usuário deve se atentar às propostas que todos esses esquemas têm em comum: planos que oferecem bônus para trocar por velocidade de mineração, dar gratuitamente velocidade de mineração, ou fornecer uma velocidade que não coincide com o grau de dificuldade de mineração daquela criptomoeda.

Clube de investimento

Esse é outro golpe que visa atingir iniciantes no criptomercado. O usuário só precisa se cadastrar nesse clube de investimento, escolher um dos planos e realizar o depósito do dinheiro.

A aplicação fica sob responsabilidade de especialistas que, teoricamente, dividirão os lucros em um período indeterminado, mas isso não acontece. O recomendado nesse caso é não confiar em intermediários para a gestão e aplicação das criptomoedas.

ICOs falsas

ICOs são ofertas iniciais de moedas, antes do próprio lançamento. Entusiastas pagam por prévias unidades dessa nova moeda digital através de dinheiro, acreditando que valerão o investimento.

Muitas vezes, são criados relatórios e cronogramas do lançamento para dar mais credibilidade ao projeto. Em casos de fraude, os investidores compram os tokens e os criminosos somem, levando todo o dinheiro.

Para se prevenir contra esses roubos, é necessário pesquisar e avaliar esses lançamentos. Analisar se a proposta se adequa a realidade do mercado que está inserida, se atende alguma demanda desse setor, se a equipe envolvida no projeto é conhecida no ramo de ICO, etc.

Carteiras falsas

Esses softwares podem estar dentro de lojas oficiais de apps como Play Store e App Store. Prometem armazenar as economias do usuário com segurança, porém, ao realizar o depósito, o dinheiro é transferido para a conta dos hackers. A recomendação é procurar por carteiras com boas referências na internet e nem sempre confiar em aplicativos recém-lançados.

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Exchange falsas

A criação de exchanges falsas também é uma prática comum de fraude no criptomercado . Os sites podem até parecer confiáveis e profissionais, mas, ao fazer qualquer operação de compra e venda, o dinheiro cai na conta dos criminosos. Por isso, também é necessário investir em corretoras de criptomoedas de confiança.

Link deste artigo: https://economia.ig.com.br/criptomoedas/2019-05-24/criptomercado-golpes.html

Fonte: Economia - iG @ https://economia.ig.com.br/criptomoedas/2019-05-24/criptomercado-golpes.html

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