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Cristovam Buarque. Os erros da esquerda que levaram à eleição de Bolsonaro

Cristovam Buarque. Os erros da esquerda que levaram à eleição de BolsonaroFoto: Correio Braziliense

“Nossos intelectuais toleraram de maneira subserviente a corrupção explícita e o aparelhamento do Estado”

Ana Maria Campos-correio Braziliense - 26/11/2019 - 08:54:26

O ex-senador Cristovam Buarque (Cidadania-DF) lança, na próxima semana, em 5 de dezembro, o livro Por que falhamos: o Brasil de 1992 a 2018, em versão gratuita de e-book disponível no site da editora Tema Editorial (www.temaeditorial.com.br) e nas redes sociais do autor. Trata-se de uma análise sobre as falhas dos políticos progressistas que, na visão de Cristovam, levaram à eleição do presidente Jair Bolsonaro. Veja alguns trechos da publicação:

“Nossos intelectuais toleraram de maneira subserviente a corrupção explícita e o aparelhamento do Estado”

“Ficamos como defensores de ostentação e de mordomias no serviço público”

“É possível ter economia eficiente sem justiça social, mas é impossível alcançar justiça social sem economia eficiente”

“Caímos na armadilha do estatismo e de seus pares: o populismo e a corrupção”

“Na verdade, ele (Bolsonaro) não ganhou, nós perdemos, porque ficamos sem projetos que seduzissem os eleitores. Deixamos um país em crise e decadência, com a população descontente, milhões nas ruas contra nossa corrupção, incompetência e falta de inspiração para o futuro. Perdemos por nossos erros”

“Estamos errando de novo ao nos perguntarmos por que ele ganhou, quais foram seus acertos táticos, suas manipulações de slogans e fake news e não por que nós perdemos, quais foram nossos erros estratégicos”

Pandora tem três absolvidos

Num dos processos em que houve absolvição na Operação Caixa de Pandora, houve três beneficiados: o empresário Paulo Octávio e os ex-secretários Ricardo Penna e Roberto Giffoni. Foi numa das contratações consideradas irregulares envolvendo a empresa Linknet. A decisão de primeiro grau foi confirmada por unanimidade pelos desembargadores da 6ª Turma Cível do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios e já transitou em julgado. O caso completa 10 anos na próxima quinta-feira.

À QUEIMA-ROUPA

 ( Luis Nova/Esp. CB/D.A Press - 1/8/17)

Coronel na reserva Wellington Corsino,

presidente da Associação dos Militares Estaduais do Brasil (AME)

Por que a proposta do GDF para a PM e Bombeiros não foi aceita?

Você acharia justo um aumento em que a primeira parcela do reajuste em seis parcelas, prevista para junho de 2020, acarretará um decréscimo de 2% no seu salário líquido de hoje, novembro de 2019? O aumento bruto foi de 32,48%, mas a engenharia usada pelo GDF fez a tributação dos nossos salários aumentarem 20,1%. E o aumento real será só de 17,4% no fim de 2020.

A Polícia Civil está há mais tempo sem aumento. É justa essa batalha para beneficiar também os militares?

O Fundo Constitucional para o ano que vem sofrerá um incremento de R$ 1,4 bilhão devido ao aumento nas receitas correntes líquidas da união neste ano de 2019. Só isso daria para dar o aumento igualando as remunerações dos órgãos da segurança pública. Nós, das associações da PM e do CB Militares do Distrito Federal, encaminhamos via bancada do DF nossa proposta de reajuste que iguala todos os salários do setor. Por que ela não foi nem considerada?

 (Divulgaçao/Alexandre Bastos)

Casamento marcado

Depois de dois anos e meio de namoro, o deputado distrital Fábio Félix (PSol) foi pedido em casamento pelo designer Léo Domiciano. Com direito a aliança, espumante e juras de amor, os dois selaram um compromisso de união. O casamento deve ser no próximo ano, com cerimônia e benção religiosa, em culto ecumênico. Nas redes sociais, Félix revelou que nunca esteve tão feliz. No primeiro mandato, ele tem se destacado com a bandeira LGBT e como um dos autores da criação da CPI do Feminicídio na Câmara Legislativa.

Flexibilização da ocupação do SIG

O deputado Hermeto (MDB), relator na Comissão de Assuntos Fundiários da Câmara Legislativa, pretende levar à votação, na próxima semana, o projeto que regulariza o uso do Setor de Indústrias Gráficas (SIG). O relatório do distrital vai apontar para a possibilidade de flexibilização da ocupação do setor. A ideia é permitir a construção de até cinco pavimentos.

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