×
ContextoExato
Responsive image

Em jogo o poder do Ministério Público de Contas do Distrito Federal

Em jogo o poder do Ministério Público de Contas do Distrito FederalFoto: CorreioWeb

Nas mãos de Schietti

Ana Maria Campos - Correioweb - 27/08/2020 - 08:06:18

No pedido de prisão contra os investigados na Operação Falso Negativo, os promotores do Gaeco citam um entrevero entre a Secretaria de Saúde e o Ministério Público de Contas que foi parar no STF.

O secretário de Saúde, Francisco de Araújo Filho, negou-se a prestar informações sobre os testes de covid-19 para a procuradora Cláudia Fernanda de Oliveira e enviou um ofício reclamando da conduta à presidente do TCDF, Anilcéia Machado.

Em seguida, o MP de Contas conseguiu uma decisão do TJDFT que referendava esse poder de fiscalização. Mas, a pedido da Procuradoria-Geral do DF, o presidente do STF, Dias Toffoli, cassou essa decisão.

Nas mãos de Schietti

Os pedidos de habeas corpus impetrados pelas defesas dos presos na segunda fase da Operação Falso Positivo serão julgados pelo ministro Rogério Schietti. Considerado técnico, o magistrado é oriundo do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), onde exerceu o cargo de procurador-geral de Justiça. Ele é um especialista em direito processual penal.

Ao julgar pedido de prisão domiciliar impetrado por Luiz Estevão em março, Schietti considerou que o ex-senador sofria risco de ser contaminado pelo novo coronavírus e o mandou para casa. Isso ocorreu bem no início da crise sanitária. A pandemia é o que pode libertar agora o secretário de Saúde, Francisco Araújo Filho, segundo avaliam advogados.

Luto

Em seis meses de pandemia, o DF contabiliza 2,4 mil mortes. Dá 400 por mês. Mais de 10 por dia. É muito. A conta do Brasil também impressiona. Dos seis meses de pandemia, passamos um terço deles com mil mortes por dia. Há dois meses, tínhamos 55 mil mortos. Hoje estamos com 117 mil. Dobrou em dois meses.

Vaga para diversidade

O escritório da advogada Gabriela Rollemberg está fazendo uma seleção para novo integrante da equipe com um detalhe inovador para trabalhar em direito eleitoral no pleito deste ano. A vaga é direcionada para mulheres negras, transexuais, travestis, e/ou com deficiência. O trabalho será 100% remoto, o que possibilita a contratação em qualquer lugar do mundo.

Comentários para "Em jogo o poder do Ministério Público de Contas do Distrito Federal":

Deixe aqui seu comentário

Preencha os campos abaixo:
obrigatório
obrigatório