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Em nota, Ibaneis Rocha criticou a atuação do Ministério Público do Distrito Federal

Em nota, Ibaneis Rocha criticou a atuação do Ministério Público do Distrito FederalFoto: O Antagonista

"Inexistência dos crimes"

Correioweb - 26/08/2020 - 07:36:13

Em nota, o governador Ibaneis Rocha (MDB) criticou a atuação do MPDFT: “O secretário de Saúde, Francisco Araújo Filho, e toda a sua equipe sempre estiveram à disposição das autoridades para esclarecer quaisquer fatos, mantendo abertos todos os processos na SES (Secretaria de Saúde), inclusive com acompanhamento on-line do Ministério Público, pelo Sistema Eletrônico de Informações (SEI), comprovando a inexistência dos crimes a que estão, indevidamente, sendo acusados”.

Também por meio de nota, a Secretaria de Saúde reforçou que sempre esteve à disposição do Ministério Público, colaborando com as investigações e fornecendo todos os documentos necessários à devida apuração dos fatos relativos à operação Falso Negativo, desde a fase inicial. “A SES não só disponibiliza as informações solicitadas como franquia o acesso on-line dos membros do MP a todos os processos de compras e contratos da pasta, pelo Sistema Eletrônico de Informações (SEI) e vem realizando reuniões semanais com os membros desse órgão de controle para esclarecer dúvidas, acatar recomendações e aprimorar os mecanismos de transparência dos atos e ações da pasta junto à sociedade”, informa o texto.

Alexandre da Cruz, advogado da Luna Park, nega direcionamento e qualquer irregularidade por parte da empresa. “R$ 180 era o valor de mercado na ocasião. Nenhuma empresa tinha esse produto para pronta entrega. Não é que o GDF comprou a mais cara, é que a mais barata não tinha. Em nenhum momento houve combinação nem direcionamento. Até hoje, nós não recebemos. A gente entregou o que foi empenhado, que foram 20 mil testes, e não recebeu. Nós estamos sendo prejudicados”, argumentou.

A defesa do secretário de Saúde afirmou, em nota, que manifesta respeito ao MPDFT e ao Judiciário, mas que o secretário não praticou crimes. “É preciso destacar que esse não é o primeiro nem será o último caso em que um agente público sofre com a prisão preventiva e, depois, é inocentado no processo. Diz-se isso por que o secretário está seguro de que não praticou crime algum e que confia na sua equipe da Secretaria de Saúde. A defesa examinou a decisão que decretou a prisão e está convencida de que o Ministério Público trabalha no plano do equívoco, o que será esclarecido ao longo da apuração dos fatos”, detalha o texto, assinado pelo advogado Cleber Lopes. A defesa dos outros citados não foi localizada pela reportagem.

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