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Escolas interditadas em Brasília seguem sem reformas

Escolas interditadas em Brasília seguem sem reformasFoto: Lúcio Bernardo Jr. - Agência Brasília

Quatro unidades estão fechadas desde o final do ano passado, e ainda não têm prazo para serem reabertas pelo governo

Do Destak - 02/03/2019 - 23:05:38

As quatros escolas da rede pública de ensino interditadas até o fim do ano de 2018 continuam fechadas e sem previsão de reabertura. Estes são os casos do Centro de Ensino Médio 10 de Ceilândia, Centro de Ensino Fundamental 01 da Vila Planalto, Caic Castelo Branco do Gama e a Escola Classe 59 de Ceilândia.


O Distrito Federal possui 695 escolas públicas. Para a execução das reformas, 200 unidades foram elencadas como prioritárias. Destas, 85 tiveram as obras concluídas, 56 estão em andamento e 59 aguardam o início dos serviços, de acordo com os dados repassados pela Secretaria de Educação. No entanto, as escolas interditadas não integram esse grupo.


Segundo a secretaria de Educação, os alunos que estudavam nas escolas fechadas foram transferidos para unidades próximas. "Algumas das escolas, interditadas pela defesa civil, necessitam não só de reparos, mas também de reconstrução. Por esta razão, estudos estão sendo realizados para que as unidades voltem a funcionar", explicou a pasta.

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Até o início do ano letivo, no último dia 11, apenas 1,6% das instituições haviam sido reformadas pelo GDF, o que equivale a 11 escolas. O prazo para a entrega das demais unidades consideradas prioridades é de 90 dias. O investimento feito é de R$ 40 milhões.


As escolas da rede também contarão com os R$ 49 milhões liberados pelo Programa de Descentralização de Administração Financeira (PDAF). O montante será distribuído entre as unidades de acordo com a quantidade de estudantes matriculados. No primeiro repasse de 2019, as unidades receberam R$ 55 por aluno, nos casos em que os serviços de limpeza são terceirizados. Quando não há serviços terceirizados, o valor é de R$ 65 por aluno.


Contratos
De acordo com o governo, todas as unidades da rede devem passar por reparos. As escolas que não são prioridades, aproximadamente 495, tem acesso a contratos de manutenção contínua e permanente para atender as demandas no decorrer do ano

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