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Justiça nega recursos e mantém condenação de Bandarra e Deborah Guerner

Justiça nega recursos e mantém condenação de Bandarra e Deborah GuernerFoto: FACEBOOK/VALTER CAMPANATO/ AGÊNCIA BRASIL

Decisão é da Corte Especial do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1). Placar foi apertado: 8 a 7 pela manutenção da pena

Gabriella Furquim - Metrópoles - 22/10/2020 - 19:40:26

A Corte Especial do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) manteve, em sessão nesta quinta-feira (22/10), a condenação do ex-procurador-geral de Justiça do Distrito Federal Leonardo Bandarra e da promotora afastada Deborah Guerner pela prática de concussão – crime de exigir vantagem em razão do posto que ocupa – e violação de sigilo funcional no âmbito da Operação Caixa de Pandora.

Os embargos infringentes interpostos pela defesa dos réus pedindo a revisão das penas impostas foram negados. As condenações foram mantidas com placar apertado: 8 desembargadores votaram pela manutenção da condenação contra 7 que se posicionaram a favor da defesa de Bandarra e Deborah.

As penas são de de 7 anos e 7 meses de reclusão para Bandarra e 7 anos e 9 meses para Déborah Guerner, além da perda do cargo de promotor de justiça de ambos.

Eles são acusados de atrapalhar a operação, deflagrada pela Polícia Federal em 2009, que revelou um esquema de pagamento de propina em troca de apoio político durante a gestão do ex-governador do DF José Roberto Arruda (PR).

A advogada de defesa de Deborah, Juliana Malafaia, afirmou que “apresentará os recursos cabíveis no momento oportuno”. “Os votos proferidos deixam claro que escaparam da análise dos desembargadores provas contundentes quanto à inocência de Deborah Guerner. Para a defesa, “as provas dos autos, para além de não servirem para condenar a promotora Deborah Guerner, servem para absolvê-la”, disse.

A defesa de Leonardo Bandarra não foi localizada, o espaço continua aberto para manifestação.

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