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Luísa Canziani, a caçula do Congresso que não se diz feminista lidera comissão da mulher

Luísa Canziani, a caçula do Congresso que não se diz feminista lidera comissão da mulherFoto: Câmara dos Deputados

Luísa chama a atenção dos colegas por usar tênis, algo pouco usual nos corredores do Congresso.

Estadão Conteúdo - 07/12/2019 - 12:01:18

Além de ser a mais jovem deputada federal do Congresso, com 23 anos, Luísa Canziani (PTB-PR) também é a mais nova deputada a liderar uma comissão: a da defesa dos direitos da mulher. Apesar de estar à frente dessa comissão, não se reconhece como uma feminista.

"O termo é secundário diante das pautas que a gente tem de enfrentar. O que defendo é uma inserção das mulheres no mercado de trabalho, um empreendedorismo feminino, a educação das mulheres, as mulheres em diferentes áreas", desconversa ela, eleita com 90 mil votos em 2018 e filha do ex-deputado federal Alex Canziani.

Luísa chama a atenção dos colegas por usar tênis, algo pouco usual nos corredores do Congresso. "Nossa rotina aqui é muito puxada, as sessões vão até muito tarde... A gente fica para cima e para baixo e dá um cansaço", explica. "Uso tênis na minha rotina, no meu cotidiano, e não posso, por ser parlamentar, mudar a minha essência, mudar o que eu gosto de usar", diz, bem humorada, admitindo que ficou conhecida pelo hábito.

Com apresentação dos repórteres de Política Adriana Ferraz e Paulo Beraldo, a série de podcasts começou na segunda com a entrevista de Kim Kataguiri (DEM-SP). Depois, ouviu o capixaba Felipe Rigoni (PSB-ES), Felipe Francischini (PSL-PR), líder da CCJ na Câmara, e a deputada estadual Isa Penna, do PSOL-SP . O roteiro é de Clara Rellstab e a edição, de Clara e de Ana Paula Niederauer. A finalização é de Moacir Biazzy e o coordenador do núcleo de áudio é Emanuel Bonfim.

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