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Mulheres refugiadas no Brasil participam de projeto que promove inserção no mercado de trabalho

Mulheres refugiadas no Brasil participam de projeto que promove inserção no mercado de trabalhoFoto:

Encontro reuniu cerca de 50 mulheres em situação de refúgio para abordar temas como empreendedorismo e o uso de ferramentas de mídias sociais

Da Assessoria De Comunicação / Da Onu News / Foto: Fellipe Abreu / Divulgação / Onu - 14/11/2018 - 08:50:09

Último workshop da edição 2018 reuniu em São Paulo cerca de 50 mulheres em situação de refúgio para abordar temas como empreendedorismo e uso de ferramentas de mídias sociais

A Agência da ONU para Refugiados, Acnur, a ONU Mulheres e a Rede Brasil do Pacto Global, junto a organizações do setor privado e outros parceiros, desenvolveram o projeto “Empoderando Refugiadas”, uma iniciativa que promove a inserção destas mulheres no mercado de trabalho brasileiro.

O último workshop da edição 2018 aconteceu neste final de semana, em São Paulo. O encontro reuniu cerca de 50 mulheres em situação de refúgio para abordar temas como empreendedorismo e o uso de ferramentas de mídias sociais.

Redes sociais e empreendedorismo
Durante o workshop, as mulheres aprenderam na prática a usar ferramentas digitais. Representantes do Facebook e Instagram deram dicas e instruções sobre como divulgar o próprio negócio pelas redes sociais.

Vanessa, venezuelana participante do projeto, contou que já tem uma página no Facebook, onde faz a divulgação de seu empreendimento de sucos orgânicos.

Segundo ela, este projeto começou no Brasil. Ela disse que começou a vender por meio das redes sociais e pretende expandir ainda mais o negócio.

Sucesso
Por meio de uma página no Facebook, Hazan, refugiada síria que participou de edições anteriores do projeto, conseguiu estabelecer-se profissionalmente no país.

A empreendedora hoje tem um serviço de buffet especializado em comida árabe, cuja divulgação é feita em sua página, que já soma mais de 9 mil seguidores.

Hazan disse que quando conheceu as redes sociais no Brasil, sentiu que iriam mudar a sua vida. Ela lembrou que “no começo, foi muito difícil por conta da língua, mas graças às redes sociais, o negócio ficou muito conhecido.”

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