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Não parece ter sido uma despedida consensual a exoneração “a pedido” do Controlador-Geral do DF

Não parece ter sido uma despedida consensual a exoneração “a pedido” do Controlador-Geral do DFFoto: CorreioWeb

“Pergunte ao governador”

Ana Maria Campos-correioweb - 12/02/2020 - 06:48:01

Não parece ter sido uma despedida consensual a exoneração “a pedido” do procurador da Fazenda Nacional Aldemário Araújo da Controladoria-Geral do DF. Ao ser questionado sobre os motivos que levaram ao rompimento, Aldemário disse: “Decidi não falar com a imprensa sobre isso. Pergunte ao governador”. A demissão foi publicada em edição extra na tarde de segunda-feira. Interinamente assumiu o controle interno do governo o auditor do TCU Paulo Martins, que já atuava como subcontrolador.

Sem comentários

O governador Ibaneis Rocha (MDB) não quis comentar o assunto. “Ele pediu para sair. É um amigo, competente. Respeito muito”, limitou-se a dizer.

Transtornos

No governo, Aldemário Araújo era chamado de “atrapalhador-geral”. Na visão de integrantes do governo, agia com muita autonomia na fiscalização e causou alguns transtornos.

Faixa de pedestre sem Cristovam

Não só o ex-governador Agnelo Queiroz é esquecido na campanha de recuperação da imagem do PT. O ex-governador e ex-senador Cristovam Buarque também não tem espaço na propaganda que tem sido veiculada nas redes sociais. No mais recente capítulo da divulgação de ações do partido, o tema é a faixa de pedestres, que ganhou força na gestão de Cristovam. O card aparece assim: “A primeira gestão petista no GDF implantou o programa Paz no Trânsito, com campanhas pelo respeito à faixa de pedestre, que se tornou referência nacional”.

TCDF mantém contratação de agentes contra a dengue

O Tribunal de Contas do DF negou pedido de suspensão de contratação temporária de 600 agentes comunitários de saúde e de vigilância ambiental em saúde para combater doenças provocadas pelo Aedes. O Ministério Público de Contas havia pedido a suspensão por dois motivos fundamentais: prazo curto de inscrição, de apenas um dia útil para interessados, e contratação sem concurso que ocorre sistematicamente em casos de necessidade sem que o governo se planeje para lançar um edital e resolva o problema definitivamente. Mas o plenário considerou que há necessidade emergencial, e a contratação temporária por 180 dias, nesses casos, é permitida por lei. Segundo o GDF, há risco de epidemia de dengue, potencial epidemia de febre amarela e da possível introdução dos vírus zika e chicungunha no DF.

A Justiça também...

A Justiça do DF, por meio do juiz André Silva Ribeiro, da 1ª Vara de Fazenda Pública do DF, também negou um pedido de liminar para suspensão de contratação temporária em ação ajuizada pelo Sindicato dos Agentes de Vigilância Ambiental em Saúde e Agente Comunitário de Saúde do DF. O argumento foi de que o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (Iges) não teria autorização legal para realizar as contratações. O juiz discordou desse argumento e também sustentou o caráter excepcional pelo risco de epidemia.


Cunhado é parente?

O Tribunal de Contas do DF recebeu ontem uma representação do Ministério Público de Contas com denúncia de possível situação de nepotismo na Secretaria de Obras e Infraestrutura. O caso se refere a um cunhado, nomeado em cargo comissionado da pasta, da secretária-geral da Novacap, Cláudia Betini de Oliveira. O plenário do TCDF deu um prazo de 15 dias para a Secretaria de Obras apresentar esclarecimentos.

Modelo falido

Está difícil para os sindicalistas esquecer do momento “parasita”, a superderrapada do ministro da Economia, Paulo Guedes. Em audiência pública realizada ontem na Comissão de Direitos Humanos do Senado, o vice-presidente do Sindilegis, Alison Souza, declarou que a política econômica do ministro Paulo Guedes é radical e ultrapassada. “São ideias antigas, que tiveram seu auge há pelo menos três décadas, que deram errado e já foram rejeitadas em países como o Chile e Estados Unidos. Estamos importando um projeto falido para o Brasil", argumentou sob aplausos dos servidores.

TRE-GO cassa mãe de presidente do Pros

A mãe do presidente do Pros nacional, Eurípedes Jr., foi cassada pela prática de captação e gastos ilícitos de recursos de campanha pelo Tribunal Regional Eleitoral de Goiás (TRE-GO). Conhecida como Dona Cida, ela foi eleita primeira suplente no pleito de 2018. As irregularidades na campanha dela são similares às suspeitas existentes na prestação de contas — com movimentações totais de mais de R$ 5 milhões — de diversos candidatos a distrital pela sigla no DF, conforme mostrou o Correio em fevereiro do no ano passado. A decisão vem em meio a uma crise na legenda. Um grupo contrário a Eurípedes tenta tirá-lo do comando por denúncias de uso irregular e desvio de recursos dos fundos partidário e eleitoral.


Sabatina marcada

A sabatina do promotor de Justiça Moacyr Rey para o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado será em 3 de março. Depois, o nome dele será submetido ao plenário para nomeação como conselheiro, representando o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) para um mandato de dois anos. Ele foi designado, a partir de uma lista tríplice eleita pela classe, pela procuradora-geral de Justiça do DF, Fabiana Costa Barreto.

PSB contra Roosevelt

A maioria do comando do PSB-DF assinou documento pedindo a dissolução do diretório regional e deve protocolá-lo hoje. A intenção é afastar o deputado Rossevelt Villela da presidência e deixar uma nova escolha a cargo do presidente nacional, Carlos Siqueira. A única exigência do partido em Brasília é que não seja alinhado com Ibaneis Rocha e Jair Bolsonaro, como Roosevelt tem demonstrado ser. Dos 37 membros, já há 22 assinaturas e esse número deve crescer.

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