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Brasil - Brasília - Distrito Federal - 24 de janeiro de 2022

"Não vamos tentar impedir perícia nos celulares ou quebra do sigilo bancário, pois não há o que esconder", diz defesa de Witzel

Foto: O Antagonista

”O governador e a primeira-dama não têm nada a ver com esses supostos ilícitos, se é que aconteceram.“

O Antagonista - 26/05/2020 - 17:17:42

O advogado José Carlos Tórtima, que assumiu a defesa do governador Wilson Witzel e da mulher Helena, disse a O Antagonista que não vai recorrer da decisão de quebra dos sigilos bancário e fiscal do casal. Nem impedir a perícia nos celulares e computadores.

“De maneira nenhuma. Não vamos pedir para impedir que seja feita a perícia no celular, ou a quebra do sigilo bancário e fiscal. Não há nada a esconder. O casal mantém o mesmo patrimônio de quando o governador assumiu.”

Segundo Tórtima, as buscas no gabinete de Witzel e no escritório de advocacia de Helena foram “um completo fracasso”. “Não recolheram nada de ilegal, pois não há. Não acharam nada de relevante, abriram até o cofre que tinha uns dois ou três mil dólares. Nenhum documento, joia… Levaram só o telefone, que também não vai revelar nada.”

Leia também: Bolsonaro mandou investigar Witzel?

Segundo ele, o contrato entre o escritório de Helena e a empresa DPAD Serviços de Diagnóstico Ltda é de consultoria técnica. “Ela recebia cerca de R$ 10 mil a R$ 15 mil mensais, por serviços efetivamente prestados. Não tem nada a ver com esses contratos de dezenas de milhões da Covid.

Durante a Operação Favorito, há duas semanas, foi encontrado um contrato entre o escritório de advocacia da primeira-dama e a empresa DPAD, que possui como sócio Alessandro de Araújo Duarte, apontado como operador do empresário Mário Peixoto.

“O escritório dela presta serviços a várias outras empresas que não tem qualquer relação com o governo e em valores muito maiores. Está tudo registrado e declarado no imposto de renda. O governador e a primeira-dama não têm nada a ver com esses supostos ilícitos, se é que aconteceram.”

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