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Brasil - Brasília - Distrito Federal - 18 de dezembro de 2018


O risco dos vícios eletrônicos

O risco dos vícios eletrônicos

Para muitos, é um número cada vez maior, os eletrônicos estão se tornando fonte de vício

Eu Sem Fronteiras - Foto: Divulgação - 16/04/2018 - 07:46:37

Todo o mundo tem computador, tablet e celular, e o tempo que passamos nesses equipamentos é tempo que deixamos de fazer outras coisas. Para muitos, é um número cada vez maior, os eletrônicos estão se tornando fonte de vício. Veja alguns exemplos.


Videogames

Os jogos de vídeo estão se tornando uma verdadeira adição. Até a Organização Mundial de Saúde já veio classificar a adição de videogames como uma verdadeira doença mental, oficial. Para alguns trata-se do “clássico” jogo de playstation, mas para outros a adição vem de jogar contra parceiros reais que estão do outro lado da internet, em computadores por todo o mundo. Estão se verificando casos em que os jogadores perdem o controlo de si próprios, a vontade de pegar um emprego e até suas competências sociais. Você lembra de como até políticos (um caso na Bulgária ficou famoso) que perderam seus cargos por ficarem jogando no Farmville?

Tecnologia e saúde
Cassinos online

Você sabia que, na prática, qualquer pessoa pode ter um cassino em seu bolso, com máquinas de jogo verdadeiras e prêmios em dinheiro real? Plataformas como o NetBet Casino e outras funcionam como cassinos online, aos quais os brasileiros podem acessar sem cometer qualquer crime, pois as empresas estão baseadas em outros países. Felizmente para os usuários, estes cassinos cumprem leis de proteção de seus clientes, estabelecidas em seus países sede (como é o caso de Malta, país membro da União Europeia), para que não aconteça o que acontece em cassinos ilegais por todo o Brasil.


Tecnologia e saúde


Redes sociais
São cada vez mais os estudos que apontam que o excesso de uso do Facebook (sim, especialmente esta rede social) ajuda a manter casos de depressão e causa infelicidade. A solução, bem simples, é usar menos o Facebook e encontrar (ou reencontrar) outros meios de passar o tempo. Nem que seja olhar e conversar com as pessoas que estão de nosso lado, pois o Facebook rouba tempo a tudo isso, ao que temos de mais simples e precioso.


O que fazer? Controlar o tempo
É essencial considerar a pessoa como uma vítima de um sistema maior que ele. Mesmo que devamos cobrar da pessoa essa responsabilidade de evitar o jogo ou o Facebook e procurar alternativas, não devemos esquecer que o apelo das luzes dos jogos, das fofocas daquela comunidade, da pequena adrenalina que os equipamentos eletrônicos sempre nos dão, é muito forte e muito apelativa.


Lembre-se: não tem mal nenhum se divertir um pouco, jogar um pouquinho, ficar batendo um papo no Facebook com amigos distantes, ou talvez até jogar um pouco no cassino (mesmo se tema aí pode ser muito polêmico). Mas é sempre preciso estabelecer um limite e não ultrapassar esse limite. O celular e o computador não devem ser algo em que você fica infinitamente e até perder a noção do tempo, mas sim estabelecer um início e um fim para utilizar. Controle seu tempo, antes que o tempo controle você.

Eu Sem Fronteiras - Foto: Divulgação

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