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Renan Calheiros é acusado de peculato

Renan Calheiros é acusado de peculatoFoto:

O aumento da incerteza política é a assinatura do acordo de leniência da Odebrecht

Redação - 02/12/2016 - 14:37:16

Jornais de circulação nacional destacam que, por 8 votos a 3, o STF tornou réu pela primeira vez o presidente do Senado, Renan Calheiros. Ele é acusado de peculato. Em nota, Renan nega a acusação.

Veículos repercutem a participação do juiz federal Sérgio Moro em evento no Senado sobre o projeto de revisão da lei de abuso de autoridade. Para o juiz, a medida pode ser interpretada como tentativa de “tolher investigações” e que esse não é momento do Congresso votar o projeto.

Textos relatam que Moro foi alvo de críticas e embates. Os principais ataques partiram do líder da oposição, Lindbergh Farias (PT-RJ) e do ministro do STF Gilmar Mendes.

Em outro destaque do dia, mídia informa que a Odebrecht fechou acordo de leniência de 6,7 bilhões em 20 anos. O valor será dividido entre Brasil, EUA e Suíça. Com o acordo, a empresa poderá seguir com contratos de obras públicas.

Foram assinados ainda acordos de delação premiada com 77 executivos e ex-funcionários da construtora. Entre eles, Marcelo Odebrecht ex-presidente do grupo. Em anúncio que circula nos jornais de hoje, a empresa reconhece que errou, pede desculpas e se compromete a adotar comportamento ético.

O aumento da incerteza política e a assinatura do acordo de leniência da Odebrecht fizeram a Bolsa de valores brasileira fechar em queda de 3,88%, a maior percentualmente em 10 meses. Já o dólar encerrou com alta de 2,33%, cotado a R$ 3,466, maior valor desde junho.

Mídia registra que o governo federal flexibilizou a posição em torno da partilha da multa da repatriação com os Estados. O presidente Michel Temer e o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, aceitaram fazer o pagamento mediante um compromisso mais genérico dos governadores em adotar ações para o controle de despesas e para reforma previdenciária.

Completando a pauta, mídia relata que Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai suspenderam do Mercosul a Venezuela, que presidia o bloco, por descumprir obrigações assumidas quando se incorporou ao grupo em 2012. Para o governo venezuelano, houve motivação política.

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