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Brasil - Brasília - Distrito Federal - 27 de novembro de 2021

Véi e eu, de testa

Véi e eu, de testaFoto: Reprodução Miguel Lucena

Pelo choro e pelos gritos, o estrago nele foi maior

Por Miguel Lucena - 21/11/2021 - 10:28:40

Um certa noite, em 1975 ou 1976, eu disparei na carreira pela Rua do Cancão, em Princesa, dobrei na esquina de Miron Maia e acelerei rumo à casa de Chiquinha Rodrigues, onde estava minha Tia Jove, quando senti a pancada na testa na esquina da casa de Adauto.

Fiquei tonto, com um galo imenso, e ouvi o choro e os gritos de outro menino. Era Véi de Chico Virgolino, que vinha correndo também da casa dele para dobrar à direita, na mesma esquina, e, imprudente como eu, não parou na curva e acabou provocando uma perigosa colisão.

Pelo choro e pelos gritos, o estrago nele foi maior

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