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Brasil - Brasília - Distrito Federal - 23 de outubro de 2018


Vitamina D e mortalidade

Vitamina D e mortalidade

American Journal Clinical Nutritional - A vitamina D está associada com muitas condições de saúde, mas as concentrações sanguíneas ideais ainda não estão determinadas.

Por Socerj/ Foto Divulgação - 06/04/2018 - 11:50:24

Assim, estudo avaliou a relação prospectiva entre níveis séricos de 25-hidroxivitamina D [25 (OH) D], mortalidade e doenças. A média total no soro de 25 (OH) D foi de 56,6 nmol/L, o qual consistia predominantemente de 25 (OH) D 3. O risco, ajustado por idade e sexo, para todas as causas de mortalidade (2.776 mortes) para homens e mulheres, por categoria crescente de vitamina D, foram de 0,84 (0,74, 0,94), 0,72 (0,63, 0,81), 0,71 (0,62, 0,82), e 0,66 (0,55, 0,79).

Quando analisada como uma variável contínua e com ajuste adicional para o índice de massa corporal, tabagismo, classe social, escolaridade, atividade física, consumo de álcool, vitamina C, história de doença cardiovascular, diabetes ou câncer, o risco para aumento de 20 nmol/L de 25 (OH) D foi de 0,92 (0,88, 0,96) (P <0,001) para a mortalidade total, 0,96 (0,93, 0,99) para eventos de doenças cardiovasculares, 0,89 (0,85, 0,93) para doença respiratória, 0,89 para fraturas e 1,02 para cânceres totais incidentes.

O nível sérico de 25 (OH) D prevê mortalidade, além de doenças cardiovasculares, doenças respiratórias e fraturas, mas não cânceres. Para a mortalidade, o risco foi mais baixos em indivíduos com concentrações >90 nmol/L, não houve evidência de aumento da mortalidade em altas concentrações, o que sugere que um aumento moderado  das concentrações pode ter um potencial benefício para a saúde.

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