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O mundo praticamente parou.

O mundo praticamente parou. A pandemia do COVID-19 não poupa ricos, pobres, negros, brancos ou amarelos. Por agora, muito se fala e pouco se conhece sobre como conter o vírus. O isolamento social se mostra eficaz, apesar de impor consequências diretas sobre as economias de maneira geral, sobretudo a dos países subdesenvolvidos, pobres e daqueles enquadrados como emergentes, como é o caso do Brasil.

A grande massa da população que sobrevive na informalidade sofre mais, pois o ganha pão está na rua. As empresas brasileiras, principalmente as micro, pequenas e médias já vem há muito “trocando o pneu da bicicleta pedalando”, como diz a expressão popular, e ao parar ou até mesmo ao refrearem suas atividades, implicará no fechamento dos postos de empregos por elas gerados. Enfim, a doença da economia não é uma novidade no país, bem como a capacidade de resiliência do arranjo econômico-financeiro nacional, que por sua vez sempre teima em corrigir rumos e procurar o seu caminho natural. Nesse contexto a portentosa estrutura que sustenta o agronegócio brasileiro será, novamente, o peso que corrigirá o desequilíbrio provocado pela pandemia, afinal de contas o mundo precisa comer. Enquanto isso não ocorrer cabem às autoridades prover condições de sobrevivência a essa grande parcela da população brasileira, no entanto, sem descuidar do seu dever de cuidar da saúde de todos. E isso é prioritário. ...Leia mais