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Brasil - Brasília - Distrito Federal - 27 de outubro de 2021

InternacionalFoto:

China diz que Taiwan não tem 'direito nenhum de se juntar às Nações Unidas'

O primeiro-ministro do Sudão, Abdalla Hamdok, desempossado na sequência do golpe de Estado nesta segunda-feira (25), voltou à sua residência em Cartum, capital sudanesa. "Hoje [terça-feira, 26], o primeiro-ministro Abdalla Hamdok e sua esposa voltaram à sua residência em Cartum sob segurança reforçada", confirmou o gabinete do premiê em comunicado. De acordo com o texto, vários ministros e líderes políticos sudaneses ainda estão detidos e sua localização é desconhecida. O secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, felicitou Hamdok, em ligação telefônica, por sua liberação da prisão domiciliar e instou as forças militares do país a liberarem outros prisioneiros políticos, conforme informou o Departamento de Estado americano. Na segunda-feira (25), logo após detenção do premiê, o chefe do Conselho Soberano do Sudão, Abdel Fattah al-Burhan, anunciou o estado de emergência no país, bem como a dissolução do conselho e do governo. Hoje (27), o ministro das Relações Exteriores alemão, Heiko Maas, declarou que a Alemanha vai parar a ajuda ao Sudão em conexão com o golpe militar : "O golpe militar, se não for interrompido imediatamente, terá implicações graves para os compromissos internacionais que a Alemanha tem apoiado e coordenado nos últimos anos".

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