Por Miguel Lucena - 27/10/2026 16:29:18 | Foto: Por Miguel Lucena
O patriotismo de certos políticos termina onde começam os interesses dos Estados Unidos. Enrolam-se na bandeira brasileira, cantam o Hino Nacional com a mão no peito, mas, quando chega a hora de defender nossas riquezas, parecem dispostos a trocar a soberania por um aperto de mão de Donald Trump.
Flávio Bolsonaro apostou suas fichas no apoio americano, como se a Presidência da República fosse um prêmio negociável nos salões de Washington. As terras raras, o petróleo e outras riquezas nacionais jamais poderiam servir de moeda de troca em qualquer projeto pessoal de poder.
Agora, diante da derrota eleitoral, seus críticos falam em fuga para os Estados Unidos. A imagem é politicamente devastadora: quem se apresentava como defensor da Pátria estaria procurando abrigo justamente na potência estrangeira à qual buscou se aproximar.
O Brasil não é colônia, não está à venda e não precisa de tutores internacionais.
Os governos passam, os oportunistas fogem, mas a Pátria permanece. E a história costuma reservar aos falsos patriotas o lugar que merecem: o rodapé das páginas da vergonha nacional.




























