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A febre é o grande vencedor. Filme de Maya Da-Rin levou os principais prêmios

A febre é o grande vencedor. Filme de Maya Da-Rin levou os principais prêmiosFoto: CorreioWeb

Filme de Maya Da-Rin levou os principais prêmios. Produções dirigidas por mulheres com apelo político se destacaram

Ricardo Daehn E Vinícius Veloso* - Correioweb - 01/12/2019 - 12:36:57

A febre, de Maya Da-Rin, brilhou na 52ª edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. A trama do protagonista da etnia Desana faturou, ontem à noite, cinco prêmios Candango. Além de melhor longa-metragem e da melhor direção, levou como melhor ator (Régis Murupu), fotografia e melhor som.

Também ambientado na Amazônia, o enredo de duas mulheres batalhadoras e combativas com forte ativismo político visto em O tempo que resta, da brasiliense Thaís Borges, foi considerado o melhor pelo júri popular, levando, ainda, o prêmio pelo roteiro e o prêmio Abraccine, atribuído pelos críticos. Outro longa-metragem bastante valorizado na noite foi Alice Junior (PR). O divertido filme, que mostra o cotidiano de uma personagem transexual de maneira conservadora, rendeu boa premiação, com quatro vitórias de Candango: melhor atriz (Anne Celestino), melhor atriz coadjuvante (Thais Schier), trilha sonora e montagem.

Sempre reconhecido na capital, o inflamado cinema de Cláudio Assis faturou prêmios com o melhor ator coadjuvante (Cauã Reymond), a direção de arte e o prêmio especial concedido pelo júri. Premiado pelo Correio (Troféu Saruê), Escola sem sentido, de Thiago Foresti, foi considerado o melhor curta-metragem da Mostra Brasília BRB e também melhor curta-metragem pelo júri popular. Wellington Abreu, protagonista, conquistou o prêmio de melhor ator.

*Estagiário sob a supervisão de Roberto Fonseca

Colaboraram Pedro Ibarra, Geovana Melo e Devana Babu

A febre, de Maya Da-Rin, faturou os prêmios de melhor filme, direção, ator, entre outros

Os vencedores

Confira os ganhadores do 52º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro

Mostra Competitiva – Longa-metragem

MELHOR LONGA-METRAGEM MOSTRA COMPETITIVA

• A febre, filme de Maya Da-Rin

MELHOR LONGA-METRAGEM JÚRI POPULAR

• O tempo que resta, filme de Thaís Borges

MELHOR DIREÇÃO LONGA-METRAGEM

• A febre, direção de Maya Da-Rin

MELHOR SOM

• A febre, filme de Maya Da-Rin

MELHOR TRILHA SONORA

• Alice Júnior, filme de Gil Baroni

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE

• Piedade, de Claudio Assis

MELHOR MONTAGEM

• Alice Júnior, filme de Gil Baroni

MELHOR FOTOGRAFIA

• A Febre, filme de Maya Da-Rin

MELHOR ROTEIRO

• O tempo que resta, filme de Thaís Borges

MELHOR ATOR COADJUVANTE

• Cauã Reymond, em Piedade

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE

• Thais Schier, em Alice Júnior

MELHOR ATOR

• Régis Myrupum, em A febre

MELHOR ATRIZ

• Anne Celestino, em Alice Júnior

PRÊMIO ESPECIAL DO JÚRI — LONGA-METRAGEM

• Claudio Assis, pelo filme Piedade

PRÊMIO SARUÊ – CORREIO BRAZILIENSE

• Escola sem sentido, filme de Thiago Foresti

PRÊMIO ABRACCINE – MELHOR FILME LONGA- METRAGEM COMPETITIVA

O tempo que resta, filme de Thaís Borges

Mostra Competitiva – Curta-metragem

MELHOR SOM

• A nave de Mané Socó, filme Severino Dadá

MELHOR TRILHA SONORA

• Alfazema, filme de Sabrina Fidalgo

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE

• Parabéns a você, filme de Andreia Kaláboa

MELHOR MONTAGEM

• A nave de Mané Socó, filme de Severino Dadá

MELHOR FOTOGRAFIA

• Parabéns a você, filme de Andreia Kaláboa

MELHOR ROTEIRO

• Carne, de Camila Kater

MELHOR ATOR

• Severino Dadá, em A nave de Mané Socó

MELHOR ATRIZ

• Teuda Bara, em Angela

MELHOR CURTA-METRAGEM JÚRI POPULAR – MOSTRA COMPETITIVA

• A Carne, filme de Camila Kater

MELHOR CURTA-METRAGEM – MOSTRA COMPETITIVA

• Rã, de Júlia Zakia e Ana Flavia Cavalcanti

PRÊMIO MARCO ANTÔNIO GUIMARÃES

• Chico Mendes, um Legado a Defender, de João Inácio

PRÊMIO CANAL BRASIL DE CURTAS — MELHOR FILME CURTA METRAGEM COMPETITIVA

• Sangro, de Tiago Minamisawa e Bruno H. Castro.

PRÊMIO ABRACCINE – MELHOR FILME CURTA-METRAGEM COMPETITIVA

• A Carne, de Camila Kater

Mostra Brasília BRB

MELHOR DIREÇÃO

• Mãe, filme de Adriana Vasconcelos

MELHOR CURTA-METRAGEM JÚRI POPULAR

• Escola sem sentido, filme de Thiago Foresti

MELHOR LONGA-METRAGEM JÚRI POPULAR

• Dulcina, filme de Glória Teixeira

MELHOR CURTA-METRAGEM – MOSTRA BRASÍLIA (PRÊMIO TECNICO EDINA FUJII CIARIO)

• Escola sem sentido, filme de Thiago Foresti

MELHOR LONGA-METRAGEM– MOSTRA BRASÍLIA (PRÊMIO TÉCNICO

EDINA FUJII CIARIO)

• Dulcina, filme de Glória Teixeira

MELHOR DIREÇÃO CURTA-METRAGEM – MOSTRA COMPETITIVA

• Alfazema, filme e direção de Sabrina Fidalgo

MELHOR EDIÇÃO DE SOM

• Mito e música — a mensagem de Fernando Pessoa, filme de André Luiz Oliveira e Rama Oliveira

MELHOR TRILHA SONORA

• Mito e música a mensagem de Fernando Pessoa, filme de André Luiz Oliveira e Rama Oliveira

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE

• Dulcina, filme de Glória Teixeira

MELHOR MONTAGEM

• Ainda temos a imensidão da noite, filme de Gustavo Galvão

MELHOR FOTOGRAFIA

• Ainda temos a imensidão da noite, filme de Gustavo Galvão

MELHOR ROTEIRO

• Mito e música a mensagem de Fernando Pessoa, filme de André Luiz Oliveira e Rama de Oliveira

MELHOR ATOR

• Wellington Abreu, em Escola sem sentido

MELHOR ATRIZ

• Bido Galvão, Carmem Moretzsohn, Iara Pietricovsky, Theresa Amayo, Glória Teixeira e Françoise Fourton, em Dulcina, filme de Glória Teixeira

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