Museu de Arte de Brasília apresenta exposições que conectam memória, território e produção contemporânea

Programação reúne três mostras temporárias e a exposição de longa duração do acervo, ampliando o diálogo entre arte, história e sociedade no DF, como a exposição “61 + 5: Panorama das Artes Visuais em Brasília (foto em destaque)

Museu de Arte de Brasília apresenta exposições que conectam memória, território e produção contemporânea
Museu de Arte de Brasília apresenta exposições que conectam memória, território e produção contemporânea

Secretaria De Cultura Do Df/yasmin Azevedo - 22/03/2026 11:00:11 | Foto: Divulgação

O Museu de Arte de Brasília (MAB) está com uma programação diversificada que reafirma seu papel como espaço de reflexão, memória e difusão da produção artística no Distrito Federal. Atualmente, o público pode visitar três exposições temporárias, além da mostra de longa duração do acervo do museu, que apresenta recortes da arte moderna e contemporânea brasileira.

Entre os destaques está a exposição “Geometria da Memória”, da artista visual e escritora Paula Parisot, em cartaz até o final de junho. A mostra propõe uma investigação sensível sobre as relações entre experiências individuais e vivências coletivas de mulheres, abordando temas como memória, feminismo e violência de gênero.

A exposição também se expande para além do espaço expositivo. Em parceria com o coletivo Transverso, o projeto promove, ao longo do mês de março, projeções de obras e textos em diferentes pontos da capital, como o Palácio do Planalto e o Museu Nacional da República. As intervenções urbanas também reforçam a divulgação do Disque 180, canal nacional de denúncia e acolhimento para mulheres em situação de violência.

Outro destaque da programação é a exposição “MAB: Você Está Aqui”, em cartaz de 18 de março a 24 de maio de 2026. Realizada com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC), a mostra convida o público a percorrer a trajetória do museu por meio de documentos, imagens e obras do acervo. Baseada na pesquisa da doutora Maíra Guimarães, a exposição apresenta o MAB como um espaço em constante transformação, marcado por diferentes usos, períodos de fechamento e reinvenções ao longo do tempo.

Completando a programação, a exposição “61 + 5: Panorama das Artes Visuais em Brasília”, com curadoria de Cleber Cardoso Xavier, reúne produções de 17 artistas que refletem a diversidade e a evolução das artes visuais na capital, consolidando o museu como um importante ponto de encontro entre artistas, público e história local.

“O Museu de Arte de Brasília cumpre um papel fundamental ao conectar memória, produção contemporânea e reflexão social. Essa programação evidencia a força dos nossos artistas e a importância de políticas públicas que garantam acesso à cultura e incentivem o debate sobre temas relevantes para a sociedade. O MAB é um espaço vivo, em constante transformação, que reafirma o compromisso do Governo do Distrito Federal com a valorização da arte e da diversidade cultural”, destacou o secretário de Cultura e Economia Criativa, Claudio Abrantes.

Ao reunir diferentes linguagens, abordagens e temporalidades, o Museu de Arte de Brasília fortalece seu compromisso com a valorização da cultura e da memória, promovendo o acesso da população à produção artística e estimulando o debate sobre temas contemporâneos que atravessam a sociedade.

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