Veja quais instituições faziam parte do Master e o acontece com quem tem mais de R$ 250 no banco

Veja o que acontece com quem tem mais de R$ 250 mil no Master

Veja quais instituições faziam parte do Master e o acontece com quem tem mais de R$ 250 no banco
Veja quais instituições faziam parte do Master e o acontece com quem tem mais de R$ 250 no banco

Wellton Máximo - Repórter Da Agência Brasil - 22/01/2026 18:16:22 | Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

JÚLIA GALVÃO-SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Com as liquidações do Banco Master e do Will Bank, investidores passaram a ter dúvidas sobre quais instituições faziam parte do mesmo conglomerado financeiro e como as decisões do BC (Banco Central) foram aplicadas ao grupo.

A liquidação do Banco Master S.A., instituição líder do conglomerado, foi decretada pelo Banco Central em 18 de novembro de 2025. Na mesma decisão, também foram liquidadas outras três empresas do grupo: o Banco Master de Investimento S.A., o Banco Letsbank S.A. (atual Banco Bluebank S.A.) e a Master S/A Corretora de Câmbio, Títulos e Valores Mobiliários. Na época, o conglomerado detinha 0,57% do ativo total e 0,55% das captações do sistema financeiro nacional.

O Will Financeira S.A. Crédito, Financiamento e Investimento, conhecido como Will Bank e controlado pelo Banco Master, foi o único participante do conglomerado que não foi incluído na primeira liquidação. O Banco Central avaliou que havia, naquele momento, investidores interessados na aquisição da instituição e, por isso, colocou o banco digital sob regime de administração especial temporária, que poderia ser mantido por até 120 dias.

Como as negociações não se concretizaram, o Banco Central decretou, na última quarta-feira (21), a liquidação do banco digital.

Além das instituições do conglomerado Master, o Banco Central decretou, em 15 de janeiro, a liquidação da Reag. Apesar de não fazer parte do mesmo grupo, a empresa é investigada por suposta participação em uma fraude financeira que teria inflado artificialmente ativos ligados ao Master.

A empresa também foi um dos alvos da Operação Carbono Oculto, deflagrada pela PF (Polícia Federal) em agosto de 2025, que apura a atuação do PCC (Primeiro Comando da Capital) em negócios da economia formal, incluindo o mercado financeiro.

INVESTI NO MASTER E NO WILL BANK. VOU RECEBER OS VALORES DO FGC?
Com a liquidação do Will Bank, investidores também voltaram a questionar se terão direito ao ressarcimento pelo FGC (Fundo Garantidor de Créditos).

Segundo o fundo, assim como no caso do Banco Master, os pagamentos serão realizados de acordo com o regulamento do fundo, com base nos dados e valores apurados pelo liquidante nomeado pelo Banco Central.

A quantidade de clientes beneficiados e o valor final a ser pago ainda dependem da consolidação das informações. Segundo o FGC, com base no censo de novembro de 2025, informado pela Will Financeira, o valor estimado para pagamento é de aproximadamente R$ 6,3 bilhões.

O fundo ressalta, no entanto, que o banco digital faz parte do conglomerado Master, o que pode impactar o valor efetivamente desembolsado. Isso ocorre porque alguns beneficiários podem já ter atingido o limite de cobertura ao receber valores referentes à liquidação de outras instituições do grupo.

Os clientes que adquiriram produtos elegíveis à garantia do FGC antes da aquisição da Will Financeira pelo Banco Master, em 30 de agosto de 2024, têm a garantia preservada, até o limite de R$ 250 mil. Já a partir de 1º de setembro de 2024, nos casos em que o cliente possua produtos tanto no Banco Master quanto na Will Financeira, os valores passam a ser consolidados por CPF ou CNPJ, respeitando o limite de R$ 250 mil. Assim, se o credor já tiver recebido o valor máximo da garantia na liquidação do Banco Master, não haverá valores adicionais a receber.

O FGC garante até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ para o total de depósitos e créditos cobertos em cada instituição ou conglomerado associado. Além disso, há um teto global de R$ 1 milhão por período de quatro anos, no caso de quebra de mais de uma instituição no mesmo intervalo. Entre os instrumentos garantidos estão conta corrente, poupança, CDB, LCI e LCA, conforme previsto no regulamento do fundo.

COMO RECUPERAR OS VALORES COBERTOS PELO FGC?
1) Pessoas físicas devem baixar o aplicativo do FGC na Apple Store ou na Play Store. Já as pessoas jurídicas devem realizar o procedimento pelo site da instituição;
2) Faça o cadastro utilizando os dados do titular do investimento ou conta corrente. É necessário informar nome completo, CPF e data de nascimento e criar uma senha de acesso ao app. Em seguida, abra o email informado no cadastro para visualizar o código de verificação solicitado;
3) Após a validação, aparecerá a mensagem "Cadastro realizado!". Para acessar o aplicativo e suas funcionalidades, toque em "Fazer Login". Depois de logado, cadastre a conta em que deseja receber o dinheiro quando ele for liberado. Para isso, clique em "Meu perfil" e vá em "Contas bancárias";
4) Em "Instituição financeira", busque pelo seu banco ou instituição de pagamento. Selecione conta corrente e informe os dados da conta que deseja cadastrar para receber a garantia;
5) Solicite o pagamento de garantia na página inicial do app clicando na instituição na qual tinha conta ou na qual investia;
6) Ao finalizar o cadastro, a pessoa física poderá visualizar o valor que irá receber;
7) Será necessário verificar a identidade via biometria (abrindo câmera do celular) e fazer a assinatura digital confirmando a solicitação do pagamento da garantia;
8) Estimativas do FGC indicam que em dois dias úteis o dinheiro será depositado na conta informada.

Valores por CPF ou CNPJ: Veja o que acontece com quem tem mais de R$ 250 mil no Banco Master

JÚLIA GALVÃO-SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Os ressarcimentos do FGC (Fundo Garantidor de Créditos) a investidores do Banco Master começaram no último sábado (17), cobrindo valores de até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ. Para quem tinha aplicações acima desse limite, porém, o pagamento do excedente depende de uma série de fatores ligados à liquidação do banco, segundo especialistas.

Enquanto a parte garantida já está sendo devolvida, o montante que ultrapassa os R$ 250 mil não conta com proteção do FGC e passa a integrar a massa de credores da instituição. Esses investidores se enquadram como credores quirografários, sem garantia de recebimento, e só terão direito a algum ressarcimento se, ao final do processo, sobrarem recursos após o pagamento de dívidas trabalhistas, tributos e créditos com garantias reais.

Os pagamentos começaram após 60 dias da liquidação do Master, decretada pelo BC (Banco Central) em 18 de novembro de 2025. Em comunicado ao mercado, o diretor-presidente do FGC, Daniel Lima, afirmou que o tamanho da operação, que pagará R$ 40,6 bilhões a 800 mil investidores e será o maior resgate da história da instituição, impactou o tempo necessário para a conclusão dos trabalhos.

De acordo com o FGC, até o momento, cerca de 569 mil pedidos já foram registrados, sendo que aproximadamente 377 mil credores finalizaram o processo de solicitação da garantia e seguiram para o processo de pagamento que se iniciou nesta segunda-feira (19).

Segundo o advogado especializado na defesa de investidores vítimas de fraudes, Jorge Calazans, o que determina se o investidor receberá algo acima do FGC é a conta final entre ativos realmente recuperáveis e passivo total. "Há chance de recuperar algo, sim, mas é incerta, parcial e de longo prazo."
O advogado afirma que três fatores principais determinam quanto os investidores acima do limite do FGC podem recuperar: o tamanho real do buraco no patrimônio, a capacidade de vender o que sobrou em condições mínimas de mercado, e o peso das classes preferenciais de credores, como trabalhistas e tributos.

No caso do Master, há ainda o agravante das suspeitas de fraude. A prisão do controlador, solto dias após a prisão, e as acusações de gestão fraudulenta são sinais de que pode ter havido uma destruição adicional de valor, o que piora a perspectiva econômica para quem tem ativos acima do FGC, segundo Jorge Ferreira dos Santos Filho, professor de finanças do curso de administração da ESPM.

O professor afirma que sinais de fragilidade no banco já vinham aparecendo há algum tempo. Um deles era o custo de captação muito acima da média -como CDBs remunerando 140% do CDI- acompanhado por um crescimento dos depósitos elegíveis ao FGC.

Outro indício, segundo ele, foi o veto do Banco Central à compra do Master pelo BRB (Banco de Brasília). Para Santos Filho, essa decisão reforçava que a carteira do banco era formada por ativos de baixa qualidade, possivelmente registrados como se fossem de boa qualidade -o que apontaria para um problema grave de governança.

COMO RECUPERAR OS VALORES COBERTOS PELO FGC?
1) Pessoas físicas devem baixar o aplicativo do FGC na Apple Store ou na Play Store. Já as pessoas jurídicas devem realizar o procedimento pelo site da instituição;
2) Faça o cadastro utilizando os dados do titular do investimento ou conta corrente. É necessário informar nome completo, CPF e data de nascimento e criar uma senha de acesso ao app. Em seguida, abra o email informado no cadastro para visualizar o código de verificação solicitado;
3) Após a validação, aparecerá a mensagem "Cadastro realizado!". Para acessar o aplicativo e suas funcionalidades, toque em "Fazer Login". Depois de logado, cadastre a conta em que deseja receber o dinheiro quando ele for liberado. Para isso, clique em "Meu perfil" e vá em "Contas bancárias";
4) Em "Instituição financeira", busque pelo seu banco ou instituição de pagamento. Selecione conta corrente e informe os dados da conta que deseja cadastrar para receber a garantia;
5) Solicite o pagamento de garantia na página inicial do app clicando na instituição na qual tinha conta ou na qual investia;
6) Ao finalizar o cadastro, a pessoa física poderá visualizar o valor que irá receber;
7) Será necessário verificar a identidade via biometria (abrindo câmera do celular) e fazer a assinatura digital confirmando a solicitação do pagamento da garantia;
8) Em até dois dias úteis o dinheiro será depositado na conta informada.

E O EXCEDENTE?
Para o excedente, o caminho é mais complexo e passa pela liquidação extrajudicial. Jorge Calazans afirma que, como forma de proteção, o investidor deve guardar todos os documentos relacionados ao investimento, como extratos, contratos e comprovantes.

Em casos mais complexos, Calazans diz que pode fazer sentido buscar também responsabilização civil e penal dos administradores para ampliar as fontes de ressarcimento para além da massa do banco.

O QUE DETERMINA SE HAVERÁ DINHEIRO PARA PAGAR O EXCEDENTE?
A recuperação dos valores acima do limite do FGC depende de uma série de fatores. Santos Filho diz que quanto maior o peso dos ativos em caixa e quanto mais liquidez tiver esse caixa, mais fácil será a liquidação. Por outro lado, se a carteira de crédito estiver muito concentrada ou houver muita disputa judicial sobre os ativos, o processo tende a demorar mais.

O professor também chama a atenção para o histórico de provisões e a transparência das operações. Se houve irregularidade na formação da carteira do banco, é possível que o histórico de provisões também tenha sido manipulado. Nesse caso, será necessário primeiro fazer uma apuração do que era efetivamente ativo verdadeiro para depois definir o tamanho real dos ativos e, só então, iniciar o processo de liquidação.

Salvatore Milanese, especialista em reestruturação e gestão de riscos no mercado financeiro, acrescenta que também é necessário olhar para a qualidade dos ativos. O banco captou recursos no mercado e os aplicou em diversas atividades. Se essas operações de crédito a empresas e pessoas físicas forem de boa qualidade e o dinheiro retornar, os investidores que aplicaram mais de R$ 250 mil terão chance de recuperar parte dos valores. Mas se o banco investiu em ativos ruins e arriscados, sem perspectiva de retorno, a recuperação ficará comprometida.

O QUE É GARANTIDO PELO FGC?
O valor máximo coberto é de R$ 250 mil por CPF ou CNPJ em cada conglomerado financeiro e inclui:
- Depósitos à vista ou sacáveis mediante aviso prévio
- Poupança
- Depósitos a prazo, com ou sem emissão de certificado, como CDB e RDB
- Depósitos mantidos em contas não movimentáveis por cheques destinadas ao registro e controle do fluxo de recursos referentes a prestação de serviços de pagamento de salários, vencimentos, aposentadorias, pensões e similares
- LC (letra de câmbio)
- LH (letra hipotecária)
- LCI (letras de crédito imobiliário)
- LCA (letras de crédito do agronegócio)
- LCD (letras de crédito do desenvolvimento)
- Operações compromissadas que têm como objeto títulos emitidos, após 8 de março de 2012, por empresa ligada.

Entenda as liquidações do Banco Master e da Reag

As liquidações do Banco Master, decretada pelo Banco Central (BC) em novembro de 2025, e da gestora de investimentos Reag, na quinta-feira (15) revelaram um dos episódios mais graves do sistema financeiro brasileiro. O caso envolve suspeitas de fraudes bilionárias, uso de fundos de investimento para ocultar prejuízos, tentativas de socorro via banco público e tensões entre o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Tribunal de Contas da União (TCU) com o BC e a Polícia Federal (PF).

Controlado pelo banqueiro Daniel Vorcaro, o Master cresceu rapidamente ao oferecer Certificados de Depósitos Bancários (CDB) com rentabilidade muito acima da média do mercado. Para sustentar o modelo, segundo investigadores, o banco passou a assumir riscos excessivos e a estruturar operações que inflavam artificialmente seu balanço, enquanto a liquidez real (dinheiro imediatamente disponível para ressarcir os investidores) se deteriorava.

As investigações da PF e os relatórios do BC apontam que o colapso do Master não foi apenas financeiro, mas também institucional. A conexão com a gestora Reag Investimentos, a tentativa de venda ao Banco de Brasília (BRB) e a pressão sobre órgãos de controle transformaram o caso em um xadrez complexo, com impacto direto sobre investidores e sobre a credibilidade das instituições.

1. Como funcionava o esquema financeiro

  • Entre 2023 e 2024, o Master teria desviado cerca de R$ 11,5 bilhões por meio de triangulações.
  • Banco emprestava recursos a empresas supostamente laranja que aplicavam o dinheiro em fundos da gestora Reag Investimentos.
  • Esses fundos compravam ativos de baixo ou nenhum valor real, como certificados do extinto Banco Estadual de Santa Catarina (Besc), por preços inflados.
  • Banco Central identificou seis fundos da Reag suspeitos, com patrimônio conjunto de R$ 102,4 bilhões.
  • Dinheiro circulava entre fundos ligados aos mesmos intermediários até chegar aos beneficiários finais.

2. Esquema de pirâmide

  • Para adiar a inadimplência, o banco concedia empréstimos com carência de até cinco anos.
  • Novos CDBs eram usados para pagar investidores antigos, caracterizando um esquema Ponzi (pirâmide financeira).
  • Master chegou a oferecer CDBs de até 140% da taxa do Certificado de Depósito Interbancário (CDI), nível considerado insustentável.
  • Com as primeiras suspeitas sobre a credibilidade do banco em 2024, a captação secou e o caixa entrou em colapso.

3. Venda de carteira ao BRB

  • Em busca de liquidez, o Master simulou a compra de uma carteira de crédito de R$ 6 bilhões da empresa Tirreno.
  • Operação existia apenas contabilmente, sem pagamento ou crédito real.
  • BC analisou CPFs da carteira e concluiu que as operações não existiam.
  • Mesma carteira foi revendida ao BRB por R$ 12 bilhões após manipulação da taxa de juros.
  • Em setembro, Banco Central barrou a tentativa de venda de parte do Banco Master ao BRB.
  • Proposta de venda do Master ao BRB, segundo a investigação, buscava fundir balanços e diluir a fraude em um banco público.

4. Intervenção e liquidação

  • Banco Central limitou a captação do Master a 100% do CDI, paralisando o crescimento.
  • Desde abril de 2025, o Fundo Garantidor de Crédito (FGC) passou a cobrir CDBs vencidos por meio de linha emergencial.
  • Controlador tentou aportar recursos com a venda de ativos pessoais, sem sucesso.
  • Banco foi liquidado quando não conseguia pagar nem 15% dos vencimentos semanais.

5. Papel da Reag Investimentos

  • Fundos administrados pela Reag aparecem como peça central na sustentação do esquema.
  • Reag é suspeita de facilitar constituição de empresas laranja para emprestar a fundos
  • Fundos são investigados por supostamente terem valorizado ativos fictícios e pulverizado recursos.
  • Posterior liquidação da gestora pelo BC é vista como desdobramento direto do caso Master.
  • Após segunda fase da Operação Compliance Zero, BC decreta liquidação da Reag Investimentos

6. Tensão entre órgãos públicos

  • Embora concentre apenas 0,5% dos ativos do sistema financeiro, a liquidação do Master desencadeou tensões entre órgãos públicos.
  • Liquidação gerou questionamentos simultâneos no STF, TCU e no Congresso sobre decisões técnicas do BC.
  • BC chegou a acordo com TCU para inspeção de documentos, desde que não comprometam sigilo bancário e prerrogativas da autoridade monetária.
  • Ministro Dias Toffoli, do STF, que assumiu ações judiciais relacionadas ao Master, tentou fazer acareação que incluiria diretor de Fiscalização do BC, mas desistiu e mandou PF colher apenas depoimentos adicionais de Vorcaro e do ex-presidente do BRB.
  • Após determinar que todo o material apreendido pela PF na Operação Compliance Zero ficasse custodiado no STF, Toffoli autorizou a análise pela Polícia Federal, com apoio da Procuradoria-Geral da República.

7. Impacto para os clientes

  • Com a liquidação do Master, cabe ao FGC, fundo formado por recursos dos bancos, ressarcir cerca de 1,6 milhão de clientes.
  • FGC estima desembolsar cerca de R$ 41 bilhões, cerca de um terço do patrimônio do fundo.
  • Valor é o maior resgate da história do fundo, limitado a R$ 250 mil por CPF ou CNPJ.
  • Pagamento depende da consolidação da lista de credores pelo liquidante, o que ainda não foi feito dois meses após a liquidação.
  • Fundos da Reag não têm proteção do FGC, mas cotistas podem escolher outra gestora para administrar recursos.
  • 18 fundos de pensões estaduais e municipais que investiram R$ 1,86 bilhão em fundos do Master e em Letras Financeiras não serão ressarcidos porque esses investimentos não são cobertos pelo FGC

8. Por que caso é histórico?

  • Episódio expôs falhas de fiscalização, uso indevido de fundos e pressão nas instituições.
  • Escândalo levanta dúvidas sobre auditorias, agências de rating, que atestavam a saúde financeira do Master, e os limites da supervisão financeira.
  • Caso deve tornar-se referência para mudanças regulatórias e para o debate sobre governança no mercado financeiro.

Edição:
Fernando Fraga

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