Federalização deixou de ser boato deselegante
Por João Zisman - 26/03/2026 10:42:57 | Foto: Divulgação
Federalização deixou de ser boato deselegante.
O TCU deu cinco dias para Caixa e BNDES reavaliarem o sigilo de documentos sobre eventual federalização do BRB. Não é solução. É outra etapa do constrangimento.
Tema que já parecia grande agora ganhou carimbo institucional e prazo.
BRB ganhou um problema pior do que manchete
Relatório técnico do TCU concluiu que o Banco Central agiu com diligência no caso Master e apontou indícios de atuação temerária do BRB ao insistir na compra mesmo após alertas de fraude.
O caso sai do noticiário e entra no registro de controle.
CLDF corre quando o assunto veste farda
A Câmara aprovou o reajuste da hora do serviço voluntário de R$ 50 para R$ 95 para agentes da Polícia Civil, Polícia Penal, sistema socioeducativo e IML.
O GDF estendeu por decreto a PM e Bombeiros. Em pauta uniforme, a política anda mais rápido.
Wellington entrou no circuito onde o impasse já estava formado
O presidente da CLDF foi à assembleia dos policiais penais, anunciou reunião com Ibaneis e Celina e apontou a demora da União na regulamentação e nos acordos da categoria.
O problema chegou pronto e já pressionado.
Periferia ganhou equipamento; o contraste ficou mais evidente
O primeiro Creas do Itapoã Parque foi inaugurado para atender Itapoã e Paranoá, com estrutura de 657,62 m² e equipe multiprofissional voltada a famílias e pessoas com direitos violados.
É política pública concreta, com efeito direto e pouco ruído.
Saúde pública entrou no dia sem pedir licença
O DF iniciou a vacinação contra a gripe para grupos prioritários, um universo de cerca de 1,18 milhão de pessoas.
Tema assim raramente domina bastidor, mas pesa na rotina e influencia percepção.
A CPMI do INSS continua mais judicial do que parlamentar
André Mendonça determinou a leitura do requerimento de prorrogação por até 120 dias, enquanto o Supremo ainda julga o futuro da comissão.
O Congresso se movimenta, mas não encerra.
A guerra já chegou ao posto e começa a mudar comportamento
A Eslovênia impôs limite de compra de combustível, tornando-se o primeiro país da União Europeia a adotar racionamento.
O impacto deixa de ser projeção e passa a ser prática.
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