A opinião pessoal do colunista politico Miguel Lucena: Cabo Verde faz história na Copa

É a beleza da Copa

A opinião pessoal do colunista politico Miguel Lucena: Cabo Verde faz história na Copa
A opinião pessoal do colunista politico Miguel Lucena: Cabo Verde faz história na Copa

Por Miguel Lucena - 28/06/2026 11:58:30 | Foto: Divulgação Miguel Lucena

A Copa do Mundo tem dessas grandezas que só o futebol explica. De repente, um pequeno arquipélago no meio do Atlântico deixa de ser apenas ponto no mapa e vira coração batendo no peito de torcedores espalhados pelo planeta.

Cabo Verde entrou em campo como quem chega de mansinho, sem pedir licença aos gigantes. Empatou com a Espanha, encarou o Uruguai, segurou a Arábia Saudita e avançou de fase, invicto, na vice-liderança do Grupo H. A classificação histórica veio após o 0 a 0 desta sexta-feira, resultado que incendiou as redes sociais e fez brasileiros, africanos, europeus e curiosos do mundo inteiro adotarem a seleção cabo-verdiana como segunda pátria futebolística.

É a beleza da Copa: o improvável senta na mesa dos favoritos, pede uma cadeira, come do mesmo prato e ainda recebe aplausos. Cabo Verde, com pouco mais de meio milhão de habitantes, mostrou que camisa pequena é invenção de quem nunca viu um povo inteiro jogar junto.

No gol, Vozinha virou personagem de romance. Aos 40 anos, fechou a meta como quem tranca porta de venda em noite de feira e saiu da discrição para o estrelato mundial.

Agora vem a Argentina. Que venha. Cabo Verde já venceu antes de jogar. Venceu o anonimato, venceu a descrença e conquistou a torcida do mundo. Na Copa dos gigantes, o arquipélago virou continente.

Cabo Verde faz história na Copa

Cabo Verde faz história na Copa
Miguel Lucena

A Copa do Mundo tem dessas grandezas que só o futebol explica. De repente, um pequeno arquipélago no meio do Atlântico deixa de ser apenas ponto no mapa e vira coração batendo no peito de torcedores espalhados pelo planeta.

Cabo Verde entrou em campo como quem chega de mansinho, sem pedir licença aos gigantes. Empatou com a Espanha, encarou o Uruguai, segurou a Arábia Saudita e avançou de fase, invicto, na vice-liderança do Grupo H. A classificação histórica veio após o 0 a 0 desta sexta-feira, resultado que incendiou as redes sociais e fez brasileiros, africanos, europeus e curiosos do mundo inteiro adotarem a seleção cabo-verdiana como segunda pátria futebolística.

É a beleza da Copa: o improvável senta na mesa dos favoritos, pede uma cadeira, come do mesmo prato e ainda recebe aplausos. Cabo Verde, com pouco mais de meio milhão de habitantes, mostrou que camisa pequena é invenção de quem nunca viu um povo inteiro jogar junto.

No gol, Vozinha virou personagem de romance. Aos 40 anos, fechou a meta como quem tranca porta de venda em noite de feira e saiu da discrição para o estrelato mundial.

Agora vem a Argentina. Que venha. Cabo Verde já venceu antes de jogar. Venceu o anonimato, venceu a descrença e conquistou a torcida do mundo. Na Copa dos gigantes, o arquipélago virou continente.

A Copa do Mundo tem dessas grandezas que só o futebol explica. De repente, um pequeno arquipélago no meio do Atlântico deixa de ser apenas ponto no mapa e vira coração batendo no peito de torcedores espalhados pelo planeta.

Cabo Verde entrou em campo como quem chega de mansinho, sem pedir licença aos gigantes. Empatou com a Espanha, encarou o Uruguai, segurou a Arábia Saudita e avançou de fase, invicto, na vice-liderança do Grupo H. A classificação histórica veio após o 0 a 0 desta sexta-feira, resultado que incendiou as redes sociais e fez brasileiros, africanos, europeus e curiosos do mundo inteiro adotarem a seleção cabo-verdiana como segunda pátria futebolística.

É a beleza da Copa: o improvável senta na mesa dos favoritos, pede uma cadeira, come do mesmo prato e ainda recebe aplausos. Cabo Verde, com pouco mais de meio milhão de habitantes, mostrou que camisa pequena é invenção de quem nunca viu um povo inteiro jogar junto.

No gol, Vozinha virou personagem de romance. Aos 40 anos, fechou a meta como quem tranca porta de venda em noite de feira e saiu da discrição para o estrelato mundial.

Agora vem a Argentina. Que venha. Cabo Verde já venceu antes de jogar. Venceu o anonimato, venceu a descrença e conquistou a torcida do mundo. Na Copa dos gigantes, o arquipélago virou continente.

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